segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Tecnologia - Empresa lança tecnologia para escanear íris e aumentar segurança nas cidades

Proposta é criar banco de dados da população. Previsão é que o mundo inteiro utilize a tecnologia dentro de 10 anos.

Se você acreditou que o rastreamento das pessoas mostrado em Minority Report estava longe de acontecer, não fique tão certo disso. A empresa Global Rainmakers Inc. anunciou o lançamento de uma tecnologia para escanear as íris das pessoas.

A proposta da empresa é criar a cidade mais segura do mundo. O local escolhido foi Leon, no México. A pretensão é que scanners de olhos sejam espalhados pela cidade.

De acordo com o CDO (Chief Development Officer) da empresa, Jeff Carter, em um futuro próximo a íris será a chave da sua casa, do carro, do trabalho e até mesmo poderá ter seus registros médicos acessados por ela.

A previsão é que a tecnologia esteja espalhada pelo mundo dentro de 10 anos, onde cada pessoa, lugar e coisa estará conectada pelo sistema de identificação.

O primeiro passo para a implementação do sistema é criar um banco de dados de íris. Os criminosos terão suas íris digitalizadas automaticamente, enquanto os que cumprem as leis terão a opção de efetuar o cadastro.

A fase inicial consiste em instalar o sistema em delegacias, centros de detenção e outras instalações policiais. Essa primeira fase irá custar menos de US$5 milhões. A segunda fase terá início nos próximos três anos, onde o foco serão as empresas, incluindo transporte de massa, bancos e locais públicos ou privados.

Os dispositivos serão scanners com capacidade de identificar até 50 pessoas por minuto e o equipamento menor permite passagem entre 15 e 30 pessoas em 60 segundos.


Quanto às pessoas que utilizam lentes de contato, não foi divulgado se elas dificultam ou não o processo de digitalização e identificação.


Fonte: Olhar Digital

domingo, 22 de agosto de 2010

Tropas deixam Iraque e encerram missão de combate dos EUA


Pelo menos quatro mil soldados americanos deixaram nesta quarta-feira o Iraque em direção ao Kuwait, pondo praticamente fim à missão de combate dos Estados Unidos (Iraq Freedom) menos de duas semanas antes do fim do prazo oficial fixado pelo presidente Barack Obama, como confirmou o porta-voz do Departamento de Estado, P.J. Crowley.
- Nós estamos encerrando a guerra, mas não estamos encerrando nosso trabalho no Iraque – afirmou Crowley ao canal NBC News, que diz que as tropas já cruzaram a fronteira.
Restam 56 mil soldados em território iraquiano, número que será limitado a 50 mil até o próximo dia 31 – quando expira oficialmente o prazo estabelecido pela Casa Branca. As tropas restantes terão a função de apoio e treinamento às forças locais.
Conforme o programado por Obama, as tropas devem deixar gradativamente o Iraque até o fim de 2011, quando se espera que as forças locais sejam capazes de assumir o controle da segurança.
- Nós estamos mantendo a promessa que fizemos. Nossa missão de combate estará acabada no Iraque – afirmou Obama em discurso mais cedo em Ohio. A retirada acontece mais de sete anos após a invasão liderada pelos EUA que derrubou o ditador Saddam Hussein.
Segundo o presidente, até o fim do mês 100 mil tropas terão deixado o Iraque desde o fim de seu mandato.
Até esta quarta-feira, o Departamento de Defesa disse que 4.419 militares americanos morreram desde a invasão do Iraque.

by SEGURANÇA OPERACIONAL

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

“Drogas, da Beleza ao caos! Refletindo a família!”






“Drogas, da Beleza ao caos! Refletindo a família!”, foi o tema da palestra que o Consultor em Segurança Elder dos Anjos, proferiu aos alunos do CAIC- Bairro Industrial em Aracaju-Se no último dia 14. Este evento faz parte do programa de prevenção ao uso de drogas que a instituição de ensino tem trabalhado com a comunidade estudantil.A palestra foi realizada no auditório do CAIC.

O palestrante, abordou de forma dinâmica problemas e riscos no mundo das drogas, com uma apresentação de quase duas horas, tratou do tema com competência e propriedade, atraindo a atenção dos alunos e professores a cada nova informação transmitida.

“ É importante na exposição do tema gerar um ambiente interação com a platéia assim possibilitando um melhor entendimento e compreensão do tema abordado e saber como enfrentá-lo” completa o consultor.

“É necessário que iniciativas como estas sejam cada vez mais freqüente nos ambientes escolares, pois a violência do mundo das drogas rodeia também as portas das escolas” enfatiza o palestrante.

“Atualmente, a comunidade escolar é alvo freqüente de traficantes e aliciadores e precisamos ensinar a alunos a identificar, rejeitar e denunciar o aparecimento destes nas imediações da escola. É impressionante como eles se mostram conhecedores e ao mesmo tempo indefesos quanto a prevenção do assunto. Professores e pais também precisam ser cada vez mais instruídos a fim de poder direcioná-los para longe do caminho das drogas”. Alertou o palestrante.

Um dos momentos mais importantes da palestra foi quando o Consultor em Segurança, convidou para dar seu testemunho a Sra. Eleni, que emocionou a todos, contando sua história e dificuldades como sendo mãe de um viciado.
“... Estou uma pessoa triste! as drogas tirou meu filho de mim!...” declarou D. Eleni muito emocionada.

Que tipo de cidadãos estamos formando para o amanhã? Que tipo de valores estão sendo preservados em cada criança, tendo em vistas que a banalidade e o absurdo são retratados de forma comum.” Completou o palestrante. A luta e o combate às drogas é responsabilidade de todos, precisamos mais ações como estas em todas as escolas e educar nossos alunos para enfrentar uma situação tão complicada e devastadora como são as drogas.

“Abordagens com estas, servem para que nossos alunos estejam mais preparados para situações do dia a dia e a escoa, tem um papel fundamental na formação desta nova consciência longe e sem drogas” informou a diretora Conceição.

O palestrante que é formado pela Security Academy Israeli, colocou-se a disposição para outras escolas e oportunidades de levar e debater temas de cuidados e proteção as crianças e jovens. Contatos: falecom@elderdosanjos.com.br

Adicional de periculosidade pode ser benefício permanente de vigilantes




As categorias profissionais de vigilantes de bancos, seguranças de carros-fortes, carteiros que entregam encomendas de valor e motoboys submetidos à violência do trânsito podem passar a receber o adicional de periculosidade de 30% sobre o salário.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) poderá incluir em próximas pautas de votação o projeto vindo da Câmara dos Deputados que redefine critérios para a caracterização de atividades ou operações perigosas. Ele permite a essas categorias profissionais receber automaticamente o adicional de periculosidade de 30% sobre o salário, sem necessidade de reivindicá-lo nos dissídios coletivos.

Pelo texto (PLC 220/09), passam a ser consideradas atividades perigosas as que expõem seus executores ao risco permanente de roubo e outras violências físicas e a acidentes de trânsito e de trabalho. Atualmente, a legislação trabalhista reconhece como atividades de risco permanente apenas as que envolvem contato com inflamáveis ou explosivos. Uma lei de 1985 estendeu o direito aos empregados do setor de energia que atuam em condições de periculosidade.
Tramitação
A garantia do adicional para as novas categorias dependerá, no entanto, de que a matéria passe no Senado na forma como veio da Câmara dos Deputados. Isso quase aconteceu quando a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou o relatório favorável à extensão dos benefícios a essas categorias redigido pelo senador Paulo Paim (PT-RS).
O que seria uma Decisão Terminativa da CAS, contudo, sofreu dois recursos aprovados em Plenário e eles prolongam a tramitação do projeto, numa discussão que pode excluir categorias e obrigar o retorno do projeto à Câmara para exame das modificações feitas no Senado.
Um dos recursos, do senador Adelmir Santana (DEM-DF), transferiu a decisão final sobre o projeto ao Plenário e o segundo, de Romero Jucá (PMDB-RR), determinou que a CAE também fosse ouvida. Relator nessa comissão, o senador João Tenório (PSDB-AL) está propondo emenda que restringe o conceito de atividade perigosa. Para ele, só os vigilantes deveriam ter o benefício assegurado automaticamente pela nova lei.
Aumento de custos
João Tenório disse reconhecer a preocupação de quem formulou a proposta com os riscos a que se expõem diferentes categorias. No entanto, com a redação atual, ele afirma que haverá um aumento de 30% nos custos de salários pagos a "quase todas as categorias profissionais".
Na prática, avalia o relator, o projeto responsabiliza o empregador pela compensação a ser feita ao trabalhador pelos riscos da própria vida social - como os decorrentes do trânsito. Ele acredita que estão sujeitos a tais riscos tanto os trabalhadores "como qualquer outro cidadão".
Em Plenário, foram apresentadas duas emendas igualmente de cunho restritivo ao alcance da proposta - sendo uma delas o SubstitutivoQuando o relator de determinada proposta introduz mudanças a ponto de alterá-la integralmente, o Regimento Interno do Senado chama este novo texto de "substitutivo". Quando é aprovado, o substitutivo precisa passar por "turno suplementar", isto é, uma nova votação. da Câmara que englobou projetos dos deputados Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Nelson Pellegrino (PT-BA).

A CAS já examinou as emendas, e optou pela rejeição, ou seja, não mudou seu parecer inicial. Já na CAE, João Tenório englobou o conteúdo das duas emendas de Plenário ao seu texto. Primeiramente, para definir como atividade de risco apenas as que se relacionam com "segurança ou vigilância patrimonial". O segundo propósito é estabelecer que os adicionais legais de periculosidade sejam pagos com o desconto de outros do mesmo tipo eventualmente negociados dos vigilantes por meio de acordos coletivos.



Fonte: http://segurancaoperacional.blogspot.com

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Vigilância Patrimonial - Vigilantes devem usar registro eletrônico de ponto

Os trabalhadores de empresas de vigilância e segurança devem continuar usando o sistema de Registro Eletrônico de Ponto (REP) em seus locais de trabalho. A determinação, em liminar, é do juiz Eurico Zecchin Maiolino, da 21ª Vara Cível Federal. Ele analisou o pedido da Associação Brasileira das Empresas de Vigilância e Segurança (Abrevis) para suspender a marcação eletrônica. A associação pediu também que a União se abstenha de autuar ou punir quem descumprir a medida. Cabe recurso.

A Portaria 1.510/2009 instituiu a utilização do REP. A regra vale para empresas com mais de dez funcionários que já usam equipamentos eletrônicos de marcação de jornada de trabalho ou que venham a usá-los.

O juiz ressaltou que, em acordo com o artigo 74 da Consolidação das Leis do Trabalho, compete ao Ministério do Trabalho e Emprego a expedição de instruções para a disciplina do registro manual, mecânico ou eletrônico da anotação da hora de entrada e saída dos trabalhadores nos estabelecimentos em que houver mais de dez trabalhadores. “Assim, a própria lei já criou a obrigação legal de anotação da hora de entrada e saída dos trabalhadores, ao prescrever sua obrigatoriedade, outorgando à administração pública sua disciplina, no exercício de sua competência normativa. Exatamente no exercício desta competência e nos limites que a lei lhe conferia, é que foi editada a portaria”.

Para o juiz, “o estabelecimento dos requisitos dos Registradores Eletrônicos de Ponto (REP) e a maneira do controle do registro eletrônico da hora de entrada e saída dos trabalhadores pelo ato normativo apenas conformam a obrigação legal de controle, sem desbordar dos limites previstos em lei”.

Ele enfatizou que a criação de requisitos para o exercício da obrigação legal do controle eletrônico da entrada e saída de funcionários pelo ato apotando como ilegal não criou obrigações diferentes daquelas previstas na própria lei, nem tampouco se mostra inadequada para atingir a finalidade legal. “Contrariamente, busca evitar fraudes e otimizar o controle do horário de trabalho dos funcionários”.

Em seu pedido, a Abrevis alegou que as obrigações acessórias impostas pelo Ministério do Trabalho e Emprego acarretam grandes prejuízos, que o equipamento tem custo muito alto, além de, a cada apontamento de horário pelos empregados, emitir recibo. Segundo a Abrevis, isso enseja a disponibilidade de técnicos especializados para ajustes diários na máquina.

Processo 0014884-96.2010.403.6100



Fonte: Consultor Jurídico

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Trânsito - Contran regulamenta dispositivos de segurança para motofrete e mototáxi em MS

Foi publicada ontem (04/08) a Resolução 356 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que estabelece requisitos de segurança para o transporte remunerado de passageiros e de cargas em motocicleta e motoneta. A norma do Contran regulamenta a Lei 12.009, que trata do exercício das atividades de mototáxi e motofrete.

Informações Denatran

Segundo a Lei 12.009, para exercer a atividade o profissional deverá registrar o veículo na categoria aluguel junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Para efetuar o registro os veículos deverão estar dotados de equipamento de proteção para pernas e motor, aparador de linha e dispositivo de fixação permanente ou removível para o passageiro ou para a carga.

O registro das motocicletas ou motonetas para espécie passageiro ou carga poderá ser alterado, no entanto, será proibido o uso do mesmo veículo para ambas as atividades. De acordo com a Lei 12.009, os veículos utilizados para motofrete e mototáxi deverão realizar inspeção veicular de segurança semestralmente.

Os motociclistas profissionais e passageiros deverão utilizar capacete, com viseira ou óculos de proteção e faixas retrorrefletivas (veja ilustração abaixo). Além disso, o condutor deverá estar vestido com colete de segurança dotado de dispositivos retrorrefletivos.

Para exercer a atividade o motociclista deverá ter no mínimo 21 anos, possuir habilitação na categoria "A", por pelo menos dois anos, e ser aprovado em curso especializado. No caso do mototáxi, o condutor deverá atender a exigência do art. 329 do Código de Trânsito Brasileiro, ou seja, apresentar certidão negativa do registro de distribuição criminal relativamente aos crimes de homicídio, roubo, estupro e corrupção de menores, junto ao órgão responsável pela concessão ou autorização do serviço.

Quem descumprir o estabelecido na Resolução 356 estará sujeito às penalidades e medidas administrativas previstas nos seguintes artigos do Código de Trânsito Brasileiro: art. 230, V, IX, X e XII; art. 231, IV, V, VIII, X; art. 232; e art. 244, I, II, VIII e IX. Os motociclistas profissionais terão até 04 de agosto de 2011 para se adequarem às normas da Resolução 356 do Contran e aos demais requisitos da Lei 12.009.

Transporte de cargas por profissionais e particulares

As motocicletas e motonetas destinadas ao transporte de mercadorias deverão estar dotadas de dispositivos para a acomodação da carga, podendo ser do tipo fechado (baú) ou aberto (grelha), alforjes, bolsas ou caixas laterais, desde que atendidas às dimensões máximas fixadas pelo Contran e as especificações do fabricante do veículo.

O equipamento do tipo fechado (baú) deve conter faixas retrorrefletivas de maneira a favorecer a visualização do veículo. Não é permitido o transporte de combustíveis inflamáveis ou tóxicos e de galões, com exceção de botijões de gás com capacidade máxima de 13 kg e de galões contendo água mineral, com capacidade máxima de 20 litros, desde que com auxílio de sidecar.

O transporte de carga em sidecar ou semirreboques deverá obedecer aos limites estabelecidos pelos fabricantes ou importadores dos veículos homologados pelo Denatran, não podendo a altura da carga exceder o limite superior do assento da motocicleta em mais de 40 (quarenta) cm. Não é permitido o uso simultâneo de sidecar e semirreboque. (Com informações do Detran MS)


Fonte: Capital News

Valor da informação

Edison Fontes, CISM, CISA.

Nem sempre conseguimos identificar o valor da informação. Normalmente esse processo exige planejamento, esforço e colaboração daqueles que lideram os negócios da organização.

No caso do Enem temos alguns dados sobre os impactos do vazamento da informação:

Custo para o Governo fazer uma nova prova: R$ 35 Milhões. Segundo as notícias este valor se refere à re-impressão, logística e a operação para realizar um novo evento.

Custo para o Consórcio que terá seu contrato cancelado: perda de um excelente contrato e a perda da possibilidade de contratos posteriores, pois iria ter o carimbo de o único consórcio que já teria realizado um Enem nesta sua nova fase. Muitos milhões. O contrato deste Enem foi cerca de R$ 100 milhões. Ah! Dificilmente participará de concorrências deste tipo.

Potencial do valor de uma prova antes da sua aplicação: R$ 500 mil. Este foi o valor pedido aos repórteres do Jornal Estado de São Paulo.

Custo de Cidadania: ameaça de morte. A jornalista do Estado de São Paulo que fez a denúncia recebeu ameaças de morte. Os acusados negam que fizeram essas ameaças e indicam que foram pessoas inescrupulosas que se aproveitaram a situação e jogaram talco no ventilador. Garanto que para a repórter pouco importou quem ameaçou.

Custo político: o Ministro da Educação poderia ter perdido o cargo se as coisas acontecessem diferentes, tipo a descoberta após o exame. Registro a ação correta do Ministro em cancelar de pronto o concurso assim que se confirmou o vazamento.

Custo para o Enem: credibilidade abalada. Vai levar alguns anos até se ter a confiança original.

Custo para quem iria/vai fazer o concurso (e seus familiares): novas horas de tensão e dois dias de bloqueio na agenda.

Normalmente se pergunta: qual o nível de segurança para um concurso do tipo Enem? Respondo sem nenhuma dúvida: um pouco mais rigoroso que a fabricação de papel moeda. Mais do que dinheiro, estamos lidando com sonhos da nossa juventude que quer estudar. E construir um sonho não tem preço! Decepcionar a juventude: não tem preço

Consultor, Professor e Autor de Livros de Segurança da Informação.
Núcleo Inteligência. Participa ABSEG, ISACA e InfoSecCouncil.
edison@pobox.com

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

PF mostra novo robô antibomba que usará na Copa de 2014


Brasília - Um robô que detona bombas a distancia com jato d'água, um traje antifragmentos para proteger os peritos que desmontam artefatos explosivos e uma tenda protetora de detonações que, com uma espuma especial, impede que os estilhaços se espalhem, fazem parte dos equipamentos dos três novos veículos do Grupo Antibombas da Polícia Federal para serem usados na Copa do Mundo de 2014.



Os equipamentos foram comprados no Canadá, custaram US$ 860 mil cada veículo e foram apresentados hoje (2) à imprensa. O diretor do Departamento de Polícia Federal (DPF), Luiz Fernando Correia, disse que em 2007 o órgão fez um planejamento estratégico até 2022 em que as novas aquisições estavam incluídas para a Copa e as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

Correia ressaltou que, além de adquirir os equipamentos, agora é preciso fazer um trabalho conjunto na área de segurança pública no país. “[Precisamos] difundir a doutrina não só dentro da PF como articular com as demais forças. Não podemos ter instituições preparadas [apenas] para eventos, mas sim para dar segurança ao cidadão e, quando houver eventos, essa capacidade seja aplicada.”

O diretor disse que serão feitos mais investimentos na atualização tecnológica, principalmente na questão pericial, pois um dos eixos do planejamento estratégico da Polícia Federal é a qualidade da prova científica. Segundo ele, os equipamentos são um avanço em relação aos usados nos Jogos Pan-Americanos, promovidos no Rio em 2007.

De acordo com o perito criminal Adauto Pralon, um dos responsáveis pela demonstração desses equipamentos, dos três novos veículos do Grupo Antibombas um vai para o Rio Grande do Sul e dois ficam em Brasília – no Instituto de Criminalística e na Superintendência de Polícia Federal. Mais dois que o departamento já tinha estão em Salvador e no Rio de Janeiro, respectivamente, e a ideia é que cada uma das 12 cidades-sede da Copa de 2014 tenha um deles para o Mundial.

Edição: Talita Cavalcante

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Monitoramento - Pinhais implanta novo sistema de monitoramento

31/07/10

Com objetivo de melhorar a segurança patrimonial, a Prefeitura de Pinhais iniciou a implantação do novo sistema de monitoramento e vigilância do município. Após a instalação dos equipamentos nos prédios públicos, a primeira turma de servidores que atuam nesta área, começou a ser capacitada no departamento de Tecnologia e Informação (informática), para receber as instruções dos novos métodos.

O sistema novo de segurança municipal será composto por 493 câmeras de monitoramento e alarmes, distribuídos por todos os prédios públicos de Pinhais. Através da rede integrada de captação de dados, as imagens dos ambientes públicos, (monitoradas 24 horas por dia) serão armazenadas em banco de dados, para possíveis consultas.

De acordo com o diretor do departamento municipal de Segurança Pública e Patrimonial, José Arildo de Oliveira, o novo sistema vai auxiliar na vigilância do patrimônio municipal e também no serviço da Guarda Municipal. “Será mais um recurso no trabalho da Guarda Municipal, que será a responsável por este monitoramento. Quando os guardas estiverem nas ruas à intenção é instalar câmeras em vias públicas e nas entradas principais do município”, finalizou.


Fonte: Agora Paraná

Prevenção - Aquecimento do setor de construção levanta dúvidas sobre a segurança

01/08/10

Ter uma obra ao lado de casa é uma situação que muitos brasileiros passaram a enfrentar nos últimos anos. Com o crescimento do mercado imobiliário, surgem construções por todo lado, tirando o sossego da vizinhança.

O mercado de imóveis no Brasil vive um momento de muitos investimentos. Esse aquecimento do setor de construção multiplica o número de canteiros de obra pelo país. Só que para os vizinhos dessas obras, isso também é motivo de preocupação.

Os operários instalaram rede de proteção num prédio residencial do ABC Paulista, depois que uma barra de ferro de mais de três metros caiu sobre a casa vizinha. Ela perfurou a laje, atravessou o banheiro e parou no quintal, onde brincavam duas crianças.

“Quando eles começam a trabalhar, a gente quer sair de casa, não quer ficar, tem medo de ficar em casa”, contou a comerciante Aleksandra Pereira dos Anjos.

O telhado do outro vizinho foi atingido por uma madeira um dia antes. Ter uma obra ao lado de casa é uma situação que muitos brasileiros passaram a enfrentar nos últimos anos. Com o crescimento do mercado imobiliário, surgem construções por todo lado, tirando o sossego da vizinhança e levantando dúvidas sobre a segurança.

A equipe do Jornal Nacional flagrou prédios com redes de proteção rasgadas. Para ser segura, uma construção acima de quatro andares deve ter, além de redes em bom estado: tela de proteção em cada pavimento; bandeja, um suporte que impede que resíduos da obra cheguem ao chão; e andaimes suspensos com tela, trava e equipamento de proteção individual. Obras com mais de cem operários precisam manter no canteiro um técnico em segurança.

Sinal de que as normas não vêm sendo cumpridas é o número de acidentes de trabalho no país: ele aumentou 70% entre 2006 e 2008.

O sindicato dos trabalhadores culpa construtoras e também operários: “O patrão se preocupa muito com a produção, não com a segurança. E o trabalhador também pouco se lixa, ele não quer nem saber, ele trabalhando tendo produção está bom”, declarou o diretor do Sindicato de trabalhadores da construção, SP, José Pedro dos Santos.

Para o sindicato das construtoras, muitas empresas cumprem as normas de segurança e que tão importante quanto fornecer os equipamentos é ensinar a usá-los. “Fazer treinamento constante do trabalhador, não deixar trabalhador iniciante imediatamente ao trabalho, tem que treinar bastante esse trabalhador porque ele tem que acostumar o que é um canteiro de obras”, explicou o vice-presidente do Sinduscon, SP, Haruo Ishikawa.


Fonte: Jornal Nacional

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Assédio sexual - Lojas Renner é condenada

01/08/10

As Lojas Renner - grande rede de lojas de departamentos do RS - deve indenizar em R$ 10 mil uma trabalhadora que sofreu assédio sexual por parte de um supervisor. A decisão é da 6ª Turma do TRT-RS.

Testemunhas ouvidas no processo afirmaram que a reclamante era perseguida pelo supervisor desde o período de experiência. Na época, ele teria dito a colegas que a autora “sabia o que fazer” se quisesse ser aprovada.

Depois da efetivação da reclamante, o superior hierárquico passou a comentar que se ela `não ficasse com ele, daria um jeito de demiti-la por justa causa`. Os relatos dão conta de que o supervisor `vivia em volta da autora, não importando o setor da loja onde ela estivesse`.

A reclamante chegou a registrar um boletim de ocorrência policial e avisar a gerência sobre o ocorrido. Entretanto, a empresa não tomou providência alguma.

“A demandada se trata de grande rede comercial atuante em todo o país e a conduta dos seus representantes, empregados em cargos de chefia e supervisão, foi notoriamente reprovável, comprometida e parcial”, afirmou a relatora, desembargadora Beatriz Renck.

Da decisão cabe recurso. Mais detalhes na edição de amanhã (6) do Espaço Vital. (RO nº 0142400-84.2008.5.04.0401).


Fonte: Espaço Vital