quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

TREINAMENTO "SEJA PREVENTIVO, NÃO VIRE ESTATISTICA!"




Foi realizado na cidade de Euclides da Cunha-Bahia, no dia 16 de Dezembro de 2011, o treinamento "SEJA PREVENTIVO, NÃO VIRE ESTATISTICA!" 

O treinamento foi  organizado pelo Consultor de Segurança Elder dos Anjos, da 5 Security - Consultoria Estratégica em Segurança da cidade de Aracaju-SE, que também foi o palestrante,sendo o evento personalizado para colaboradores do grupo SADIA , evento apoiado pela  CEAS-BRASIL.


Participaram do evento cerca de 22 pessoas, sendo 02 supervisores e 20 vendedores, sendo abordados os seguintes temas:
 "Seja preventivo, não vire Estatística!" 

1° Abordagem - "Segurança na Internet",

*uso do e-mail corporativo 
*uso do Home Bank 
* Mecanismos de defesa 
* Vírus, Spans, Raul's 

2° Abordagem: 
Saúde e Segurança no Trânsito 



* Cuidado e orientações quanto a dirigibilidade por longo período 

* Alongamentos 

* Visão e reflexo 

* Alimentação na estrada 

* Ajuste correto do retrovisor

3° Abordagem: - Gestão Ambiental:

* O que fazemos, 
* Como podemos fazer diferente 
* Refletir e mudar 
* Somos responsáveis 
* Verdade Inconveniente

 Foram utilizados, vídeos, músicas, dinâmicas com o envolvimento geral de todos os participantes. Foram realizados testes e interação envolvendo todos os participantes e logo após a apresentação foi realizado sorteios com entrega de brindes e a entrega dos certificados.

Após a conclusão do evento foi efetuada pelo Elder dos Anjos, Diretor CEAS Sergipe a apresentação institucional da Corporación Euro-Americana de Seguridad, “CEAS-INTERNACIONAL”.  Como dado importante, foi informado pelos supervisores que estavam participando do evento, que no ano passado quando apenas foi abordado sobre o tema “segurança no trânsito “ o índice de acidentes dos envolvidos era de 45% dos participantes e este ano após o treinamento chegou-se a um índice de 1% dos participantes no mesmo período 2010 e 2011.



sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Aconteceu em Salvador o 5º Security Day Workshop


Aconteceu no último dia 3 de dezembro, o 5º Security Day Worshop, no Hotel Sol Plaza Sleep em Salvador, tendo como maior objetivo, contribuir para o desenvolvimento do conhecimento na área da Segurança Corporativa. Além de promover um ambiente ideal para o desenvolvimento do network entre os participantes.

O evento promoveu três palestras que motivaram sobremaneira a iteratividade entre os participantes e os facilitadores. Foram elas: O Vigilante e o diferencial que pode ser agregado ao Cliente - Bruno da Hora (Bahia), A Globalização e os efeitos na Segurança Empresarial - Claudinei Santana (Bahia), Como ser diferente fazendo Segurança Empresarial - Elder dos Anjos (Sergipe).
O Diretor do CEAS – Bahia, Nino Meireles apresentou também a corporação e seus principais membros, no Brasil e no mundo, em especial na Espanha, onde fiaca a sede matriz – Nino Meireles. Os participantes receberam certificado de participação emitido pelo CEAS-Internacional e Brasil, que foi a grande parceira da 5S Security, responsável pela realização do evento.

O evento foi uma iniciativa do Consultor em Segurança da TIM, Jorge Mattos, que após 4 anos desenvolvendo o evento na TIM, como parte do PEX da Segurança, Programa de Excelência e promoção de Talentos, resolveu romper as fronteiras internas, com vistas a permitir uma maior interação da sua equipe com outros profissionais do segmento, e mais do que isto, motivar o segmento investir no maior valor que uma organização tem hoje na sua prateleira: Capital Humano.

Recentemente Mattos publicou no Livro Trajetória e Evolução da Segurança Empresarial, da Coleção Gestão de Riscos da editora Sicurezza, um artigo que trata da gestão de competências na práxis do Gestor de Segurança Corporativa, demonstrando acreditar que para gerir o sistema de segurança é necessário um profissional altamente qualificado. E assim, desenvolver ações que disseminem o conhecimento, e motivem as práticas necessárias para ajudar a empresa ser altamente competitiva, é um grande diferencial que deve ser exercitado pelos gestores em prol do Segmento.

O autor foca em seu trabalho realizado, em especial, na TIM na Bahia e em Sergipe, onde há oito anos vem desenvolvendo um programa de gestão de pessoas por competências. 
 
O PEX da Segurança – Programa de Excelência da Segurança é uma atividade pioneira no setor de Segurança Privada. Segundo o artigo, entende-se que a falta de motivação dos profissionais, insatisfeitos com o trabalho e sem enxergar perspectivas de crescimento na empresa, muitas vezes é fator preponderante para tanta rotatividade nas empresas. 
 
 Diante desta realidade e consciente de que uma equipe motivada e valorizada pelo seu trabalho produz muito mais e gera lucros à organização, foi sentida a necessidade de se criar um projeto que, além de dar oportunidades para o desenvolvimento de seus colaboradores (benefícios, novos desafios, treinamentos), pudesse avaliar, através das habilidades e competências pessoais de cada um, seus pontos fortes e sua recolocação interna. Dessa forma, ambos são beneficiados: funcionário motivado e empresa, que consegue reter talentos.

A participação nesta 5ª edição surpreendeu as expectativas e reuniu mais de 75 (setenta e cinco) profissionais dos diversos segmentos da Segurança Privada e Pública: TIM, CEAS, Prosegur, GP - Guarda Patrimonial, OI, Alphaville Litoral Norte 2, GVT - Global Village Telecom, Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia - SSP – BA, SELBA Segurança Eletrônica da Bahia LTDA, Escola Baiana de Medicina e Saúde Publica, Shopping Barra, Moppclean Serviços, Nordeste Segurança e Transporte de Valores, BRK Segurança Integrada LTDA, GPS Segurança Privada LTDA, Lojas Insinuante LTDA, Moopseg, Precaver Segurança e Vigilância, Condomínio Vale das Flores, CETAF Centro Formação de Vigilantes LTDA, Policia Militar do Estado da Bahia, Armada Real Segurança, VISEL Vigilância e Segurança LTDA, Sindivigilantes Bahia, Contax, Estácio FIB, Fundação José Silveira, Salvador Shopping, Caubet Representações LTDA, GASPE Segurança Patrimonial LTDA, Escola Baiana de Formação de Vigilantes – EBF, entre outras. 
 
Segundo Mattos o evento foi um grande sucesso, e com toda certeza servirá de contribuição para o incremento de novas ações pelos gestores em suas organizações. O 5º Security Day Workshop serviu para além de promover um grande network entre diversos profissionais do trade de Segurança da Bahia, despertar nos gestores de segurança a importância de conhecer cada dia mais as equipes, além de estarem atentos às expectativas de crescimento e necessidade dos seus colaboradores. O que está em jogo no atual mundo globalizado é a sustentabilidade da empresa. Portanto, o desafio é: Fazer do Limão, Limonada. 
 
Fonte: www.5secutiry.com.br
            falecom@5security.com.br

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Copa 2014 - Ceará investe em segurança e capacitação para a Copa 2014

Secretaria de Segurança terá novos helicópteros e carro antibomba.

Iniciativa privada 'antecipa' investimentos para atender demanda da Copa.

 
A realização da Copa do Mundo e Copa das Confederações no Ceará antecipou investimentos da iniciativa privada no estado. O Governo também adotou uma série de medidas nas áreas de turismo e segurança para a realização do maior evento de futebol do planeta.
A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS) planejou um esquema de reforço na segurança de Fortaleza para o período da Copa do Mundo, em julho de 2014. De acordo com a pasta, o esquema foi planejado após a confirmação do Ceará como sede de jogos do evento e um novo esquema será planejado para durante a Copa das Confederação, evento que funciona como uma prévia da Copa, um ano antes e com oito seleções.
O reforço inclui a aquisição de dois helicópteros para a Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas, sendo um deles usado para resgate. Os helicóteros também terão link de transmissão de imagens em tempo real para salas de monitoramento. O plano da Secretaria de Segurança prevê também a aquisição de um veículo especial antibomba para controle de atentados.
Hotéis e turismo
O secretário de Turismo do Ceará (Setur), Bismark Maia, disse que todo o investimento em turismo no Ceará nos próximos quatro anos foram pensados antes do estado ser definido como sede da Copa. Devido a isso, segundo o secretário, o desenvolvimento do turismo no Ceará está adiantado em relação às demais cidades-sedes.
O presidente da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH), Régis Nogueira, afirma que "ninguém faz planejamento de construção de hotéis para a Copa, que só dura 20 dias". No entanto, diz Nogueira, os empreendimentos previstos para serem concluídos até 2017 foram "antecipados" para receber o evento.
Segundo Nogueira, a Região Metropolitana de Fortaleza terá 40 mil leitos disponíveis durante a Copa; atualmente são 26 mil. Ainda de acordo com o presidente da ABIH, a maior parte dos novos empreendimentos serão implantados na Região Metropolitana, e não na capital. A previsão da ABIH para o mês da Copa é de quartos 100% ocupados.
A ABIH no Ceará apresentou à Fifa sete hotéis da cidade como sugestão para hospedar as seleções que jogarão no Estado; entre elas, já confirmada, a selação Brasileira, em jogo da primeira fase. Uma das exigências da Fifa é que em um raio de 11 quilômetros do hotel haja um campo de treinamento.
Capacitação
O secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social do Ceará, Evandro Leitão, afirmou em entrevista à TV Verdes Mares que há um déficit "público e notório" nos setores de construção civil e serviços. Para diminuir o déficit, a pasta requisitou ao Governo Federal R$ 38,8 milhões para financiar o programa de capacitação Agentes da Copa. O programa visa preparar 40 mil jovens, 10 mil por ano, nos segmentos de turismo e hospitalidade, idiomas, serviços culturais, e comércio.
Também com o objetivo qualificação para os serviços prestados durante a Copa do Mundo, a Secretaria trabalha com a meta de 8.500 vagas para o programa Pró-Jovem 2011. Em 2010, foram 6.500 inscrições, dos quais 1.400 inscritos (40%) ingressaram no mercado de trabalho, de acordo com a Secretaria do Trabalho.


Fonte: G-1

Seg.Privada - Batalhão da PM fazia segurança clandestina

MP oferece denúncia contra 17 PMs - Acusados foram denunciados por corrupção, ao receberem propina para prestarem serviços de segurança

NATAL(RN) - O Ministério Público Estadual ofereceu denúncia contra 17 policiais militares envolvidos em esquema de corrupção no 10º Batalhão de Polícia Militar de Assú, em decorrência da operação Batalhão Mall, desencadeada no dia 4 de julho. Segundo apuração do MP, os policiais recebiam propina, supostamente para custear despesas de manutenção do Batalhão. Em contrapartida, utilizavam viaturas e outros recursos da PM para realizar serviços de segurança privada a estabelecimentos comerciais da cidade, além de escoltarem empregados das empresas que eram encarregados de efetuar depósitos bancários. Na denúncia encaminhada ao Juiz-Auditor Militar do Estado, o MP pede a condenação de todos os denunciados, inclusive com a decretação da perda de posto e patente.

De acordo com a denúncia do MP, a partir de 2006, época em que o comandante do Batalhão era o então tenente-coronel, hoje coronel, Francisco Canindé de Freitas, foi montado um esquema de captação irregular de recursos juntoa empresários locais. Inicialmente, entre os anos de 2006 e 2007, o então comandante do 10º BPM recebeu aproximadamente R$ 16 mil. Os valores eram distribuídos da seguinte forma, segundo a denúncia: R$ 600 por mês da empresa Nossa Agência; R$ 600 por mês do Posto Líder; R$ 200 por mês do Banco do Brasil e R$ 300 do Banco Bradesco. Os valores eram pagos para autorização da realização, por subordinados, de escoltas de valores e reforço no policiamento na área bancária.


A partir do ano de 2008, segundo o MP, quando o comandante do 10º BPM já era o Tenente Coronel Eliezer Rodrigues, o Banco do Nordeste também passou a pagar a importância de R$ 230 mensal ao comando daquela unidade militar, deixando de ocorrer, por outro lado, o recebimento direto e formal do BB e Posto Líder. "Os recebimentos de valores da Nossa Agência, Banco Bradesco e Banco do Nordeste continuaram durante o comando do Tenente-Coronel Wellington Arcanjo de Morais, a partir do mês de junho de 2010, até a deflagração da operação", descreve a denúncia.


Segundo o MP, o esquema criminoso era vantajoso tanto para os policiais militares, que recebem as vantagens indevidas, quanto para os empresários, que as forneciam, uma vez que deixavam de contratar empresas de vigilância privada a preços superiores, haja vista que tais empresas, que são fiscalizadas pelo Ministério da Justiça, têm um custo operacional elevado com salários, seguros, veículos blindados,
impostos e diversos outros insumos exigidos na legislação."Com isso, as empresas beneficiadas ganhavam competitividade em relação às concorrentes, seja por oferecer maior segurança aos seus clientes, que se sentiam protegidos pela presença ostensiva de policiais militares uniformizados e armados, seja porque pagam menos pelo serviço de vigilâncias e transporte de valores, realizado em viaturas caracterizadas".

Denunciados pelo MP


Os acusados são o Tenente-Coronel Wellington Arcanjo de Morais, o Tenente-Coronel Eliezer Rodrigues Felismino, o Major Carlos Alberto Gomes de Oliveira, o Major João Sérgio de Oliveira Fagundes, Tenente Ivanildo Henrique Mendonça, Tenente Winston Hélio de Araújo Coutinho, Subtenente Antônio Nogueira da Costa, Sargento Francisco Xavier Leonez, Soldado Jocélio Sandro Bezerra, Soldado Manoel Xavier Leonês, Soldado Emerson Dantas Lopes, Soldado Francine Nogueira da Silva Junior, Soldado Glauco Vasconcelos de Morais, Soldado Dário Martiniano Bezerra
Filho, Soldado Demétrio Rebouças.


Fonte: DIARIO DE NATAL(RN)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A importância de ler os clássicos

 Correu a notícia de que Umberto Eco estaria reescrevendo 'O Nome da Rosa' em uma linguagem mais moderna, economizando referências eruditas. Por Hugo Souza

 Muita gente já profetizou sobre o fim dos livros e até da literatura, acossados por cada nova iParafernália anunciada pela Apple. Poucos, porém, o fizeram com tanta autoridade e com tanta ênfase quanto o mítico escritor norte-americano Philip Roth, em entrevista publicada na última edição da revista Época.

“A cultura literária como conhecemos vai acabar em 20 anos. Ela já está agonizando. Obras de ficção não despertam mais interesse dos jovens, e tenho a impressão de que não são mais lidas. Hoje, a atenção é voltada para o mais novo celular, o mais novo tablet. Daqui a poucas décadas, a relação do público e do escritor com a cultura será muito diferente. Não sei como será, mas os livros em papel vão acabar. Surgirá outro tipo de literatura, com recursos audiovisuais e o que mais inventarem”, disse à Época um desiludido Roth, que há não muito chegou a anunciar que não escreveria mais.

A sentença do fim da cultura literária anunciada por Philip Roth vem na sequência de um ronrom no meio literário sobre o mesmo assunto envolvendo o nome de um outro escritor não menos célebre, Umberto Eco. Correu a notícia de que Eco estaria reescrevendo sua obra-prima, “O Nome da Rosa”, em uma linguagem mais simplificada, para a geração internet, uma espécie de “O Nome da Rosa para Leigos”.

Elementar demais, meu caro Watson

O novo “O Nome da Rosa” teria menos referências eruditas e seria mais “amigável” para a leitura em tela. O escritor italiano correu para desmentir os boatos, dizendo que está fazendo apenas uma revisão do livro, corrigindo erros para uma nova edição. Mas a notícia de que as aventuras de William de Baskerville e Adso de Melk ganharia uma linguagem mais moderna já tinha saído nas páginas de alguns dos maiores jornais da Europa, como o francês Le Monde, o espanhol El País e o italiano La Repubblica.

Os boatos sobre Umberto Eco colocaram lenha em uma fogueira que arde e estala com altas labaredas há pelo menos dois anos, desde que a tradicionalíssima editora britânica Penguin causou alvoroço no mundo literário ao anunciar o lançamento de uma coletânea um tanto herética: a reunião de 60 clássicos da história da literatura recriados no Twitter.

Neste livro, Sherlock Holmes informa sobre suas investigações em tempo real, economizando artigos e pronomes: “Investigação continua. Deduzi coisas brilhantes a partir de poucas evidências. Percebeu restos de sal nos sapatos do dono da fábrica?”. Estaria Conan Doyle dando cambalhotas na sepultura?
Werther em 140 caracteres de sofrimento

E Goethe, que diria do seu jovem Werther resumindo os males da alma assim, em 140 caracteres: “Já disse o quanto estou chateado? Estou muito chateado. #pain #angst #suffering #sexdep”?

Diferentemente da adaptação de obras célebres para os quadrinhos, por exemplo, o incômodo com iniciativas como a da Penguin ou com rumores sobre um upgrade, por assim dizer, em “O Nome da Rosa” é a sensação de que se está sendo arrastado por uma torrente irrefreável. Mas há escritores que estão nesta torrente de bom grado. Cerca de um ano após o anúncio do “Twitterature” da Penguin, a Companhia das Letras organizou a série “Clássicos no Twitter”, na qual escritores como Milton Hatoum aceitaram reduzir clássicos da literatura inteiros a 140 caracteres para serem publicados no serviço de microblogging.

É interessante constatar como a discussão sobre literatura e tecnologia se dá mais ou menos nos termos em que o próprio Umberto Eco, em sua célebre definição de apocalípticos e integrados, classificou as diferentes atitudes diante da cultura de massa na era tecnológica: de um lado, aqueles que, como Philip Roth, acham que a literatura tal como a conhecemos sucumbirá aos tablets, smartphones e passarinhos azuis; do outro, os que até se entusiasmam com o imperativo digital se sobrepondo ao papel, e ao papel que o papel até hoje desempenhou. Estes últimos dirão, em sua defesa: o que é a literatura senão, literalmente, uma mensagem de texto?


Fonte: http://opiniaoenoticia.com.br


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Segurança privada não é sinônimo de violência

 
Sugestão de Pauta
Segurança privada não é sinônimo de violência
Presidente do SINDESP/DF alerta para a necessidade de contratar empresas autorizadas pela Polícia Federal, a fim de evitar transtornos e falhas na segurança
 

Brasília, 4 de outubro de 2011 – O caso do vigilante Jonatas Pereira Lima que matou um correntista do Bradesco, nesta segunda-feira (3), trouxe a tona a discussão sobre a qualificação dos profissionais de segurança. O ocorrido indica o quanto a falta de capacitação e o discernimento para usar armas de fogo representam risco à sociedade brasileira. 

Para o presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Sistemas de Segurança Eletrônica, Cursos de Formação e Transportes de Valores do Distrito Federal (SINDESP/DF), Irenaldo Pereira Lima, o papel do vigilante é assegurar o patrimônio de uma empresa. O policiamento ostensivo deve ficar a cargo da Polícia Militar. “Para fazer um trabalho de qualidade, o profissional da área não deve discutir com o cliente, precisa saber abordá-lo - caso haja necessidade - e, principalmente, não pode usar da violência”, considera.
Segundo o presidente, para evitar contratar pessoas que possam ter atitudes destemperadas, é imprescindível escolher empresas habilitadas pela Polícia Federal. “Optar por profissionais que atuem de acordo com a lei é o primeiro passo para garantir que o serviço seja executado com responsabilidade e, claro, combater a clandestinidade”, argumenta.

Ele afirma que o ocorrido em São Bernardo do Campo (SP) demonstrou não apenas um despreparo técnico do vigilante, mas um desequilíbrio emocional. “É importante evitar generalizações. Alguns exemplos não podem servir de parâmetro para todo um setor que, só no DF, emprega mais de 17 mil vigilantes devidamente autorizados pela Polícia Federal para atuar no mercado”, considera.

Além das fiscalizações voltadas para o setor, é de responsabilidade das empresas prezar pelo bom rendimento e saúde mental dos seus funcionários, proporcionando assim não só ao contratante qualidade no serviço adquirido, mas uma boa qualidade de vida no trabalho. A cada 90 dias, as empresas devem prestar o atendimento psicológico aos seus vigilantes que serão criticamente avaliados. O contratante deve exigir da empresa o atestado psicológico.

Além disso, o presidente ressalta os cuidados que cada deve ter na hora de contratar uma empresa: é preciso certificar quanto à idoneidade da firma e, consequentemente, do vigilante que irá executar o serviço, incluindo a exigência da apresentação do atestado de atendimento psicológico. “As empresas, por exemplo, trabalham com profissionais devidamente treinados, cientes da importância de sua função e dos desdobramentos de seus próprios atos. Indico que, antes de assinar qualquer contrato, o cliente faça uma pesquisa, avalie a estrutura e o histórico da empresa. Se necessário, consulte a Polícia Federal para ter certeza de que a empresa tem autorização para atuar no mercado”, conclui Irenaldo.
 
Sobre o SINDESP/DF - O SINDESP/DF é filiado à Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist). Hoje, conta com 30 associados, que geram em torno de 17 mil empregos diretos.

ASSESSORIA DE IMPRENSA – SINDESP/DF
Proativa Comunicação
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Twitter: ProativaC

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Armas - Projeto amplia porte de arma no Brasil


O que pesquisadores de universidades, monitores de medidas socioeducativas e médicos legistas têm em comum? No que depender de deputados e senadores, todos esses profissionais poderão portar arma de fogo em breve. Ao contrário da política defendida pelo governo federal, que lançou na semana passada a segunda etapa da campanha do desarmamento e apresentou um balanço dos itens devolvidos pela população até agora, o Congresso Nacional tem pelo menos 13 projetos de lei em tramitação para ampliar o acesso a revólveres e pistolas. Um terço das propostas foi apresentado neste ano. Elas pretendem armar de cientistas a vigilantes de áreas de conservação ambiental (veja arte).

Um dos projetos que mais chamam a atenção é o do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT). Na justificativa, ele argumenta que os cientistas, em especial biólogos, precisam de armas para abater e coletar animais com fins de pesquisa. “No limite, tais profissionais poderiam utilizar sua arma até para defesa pessoal contra algum animal bravio durante sua tarefa”, afirma o parlamentar, no texto que acompanha o projeto. O Correio tentou falar com o deputado para saber mais detalhes sobre a proposta, mas a assessoria se negou a passar o contato direto.

Em outro caso, o deputado Walter Ihoshi (DEM-SP) não só recebeu a reportagem em seu gabinete como explicou as razões de ter apresentado um projeto de lei, em 2008, para conceder porte de arma a guardas de parques. “Essa sugestão veio de uma pessoa próxima, já aposentada, que era guarda de parque. Ele relatou que a categoria se sentia desprotegida com a missão de cuidar da fauna e da flora brasileiras, mas sujeita a algum tipo de delito”, explica. Segundo Ihoshi, tais profissionais têm destreza o suficiente para portar uma arma. “São pessoas preparadas pelo Estado para agir, inclusive em casos de violência ocorridos dentro dos parques.”

Apesar dos argumentos, a integrante do movimento Desarma Brasil Cilma Fernandes reprova a iniciativa dos parlamentares em aumentar a circulação de armamento no país. “Quando se diminui o número de armas, você dá a possibilidade de a pessoa refletir antes de determinado ato. Uma pessoa que se envolve em uma briga de trânsito, por exemplo, se tem uma arma por perto, acaba utilizando-a”, exemplifica. Segundo dados da entidade não governamental, desde que o Estatuto do Desarmamento foi aprovado, em dezembro de 2003, a quantidade de mortes por arma de fogo diminuiu 11%.

Lacunas do estatuto

Crítico contumaz da política de desarmamento, o advogado Bene Barbosa, do Movimento Viva Brasil, acredita que projetos que aumentam o acesso a armas de fogo preenchem lacunas não observadas pelo Estatuto de Desarmamento no momento em que ele foi elaborado. “Eles mostram que a legislação foi muito malfeita. Foi proposta e aprovada de forma muito restritiva, e quase não houve discussão por categorias”, critica. Para ele, profissionais que de alguma forma lidam com segurança têm o direito de portar armas — caso de agentes penitenciários, inspetores de segurança do Judiciário e do Ministério Público, e funcionários de unidades socioeducativas.

Presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, por onde todas as propostas precisam passar, o deputado Mendonça Prado (DEM-SE) é contrário à ideia de armar agentes de segurança de órgãos públicos. Ele destaca que a necessidade atual do país é reforçar o aparato de segurança já existente. “O que vemos são cortes orçamentários e sucateamento das polícias. Tem município onde falta viatura e, quando tem viatura, não tem gasolina”, diz. (JB e RM)

Tiro saiu de fuzil O tiro que atingiu Franciele dos Santos Silva, 7 anos, a caminho da escola na Vila Cruzeiro — favela ao lado do Complexo do Alemão, ambas ocupadas desde dezembro pelas forças de pacificação, no Rio de Janeiro —, saiu de um fuzil usado por um militar do Exército durante patrulha na sexta-feira. A garota, que já recebeu alta do hospital e passa bem, engrossa a lista de vítimas de balas perdidas no estado. Foram 34 só no primeiro trimestre do ano, de acordo com dados oficiais. Se mantido o ritmo de ocorrências, 2011 fechará no mesmo patamar do ano anterior, que registrou 139 casos.

Dessas vítimas, 15 morreram — cerca de 10%. No ano anterior, foram oito. Em 2008, 16. Com o desdobramento do caso de Franciele, quatro militares foram afastados do serviço de patrulhamento. Segundo o Exército, eles faziam uma ronda de rotina pela Rua 9 da Vila Cruzeiro quando avistaram um “homem em atitude suspeita”. O indivíduo teria sacado uma pistola e atirado contra a tropa. Um dos militares reagiu e disparou de volta.

O homem, ainda não identificado, acabou fugindo. O fato de a ação ter sido rápida é usado como justificativa pelo Exército para a falta de informações precisas sobre o ocorrido. Q uso do Exército em patrulhamento ostensivo, tarefa para a qual não tem treinamento, tem sido alvo de críticas desde a ocupação do Complexo do Alemão e da Vila Cruzeiro.(RM)


Fonte: Correio Braziliense

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Blindagem - Expansão blindada

O segmento de blindagem automotiva continuou em alta no País no primeiro semestre de 2011. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), 3.720 veículos receberam essa proteção nos primeiros seis meses do ano, um aumento de 8,39% na comparação com o mesmo período de 2010. O estado de São Paulo é o líder no segmento, com 80% dos carros blindados no Brasil. O Rio de Janeiro vem em segundo lugar, com 10%, seguido por Pernambuco e Paraná, com 2% cada. Os outros 6% são distribuídos entre Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.


Fonte: Jornal do Comércio

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Seg.Portuária - Paranaguá tem novo desenho de segurança.

Porto de Paranaguá apresenta novo plano de segurança à Cesportos - Projeto, orçado em R$ 25 milhões, permitirá o controle e monitoramento de 100% da área portuária. Câmeras de segurança e sistemas informatizados alimentarão um grande banco de dados.

PARANÁ -O porto de Paranaguá terá um novo sistema de segurança que cobrirá 100% da área portuária. Serão instaladas mais de 300 câmeras de monitoramento e sistemas que garantirão a segurança terrestre e marítima 24 horas por dia. O investimento estimado é de R$ 25 milhões e a previsão é que o sistema entre em funcionamento até abril de 2012.

 
É o primeiro porto brasileiro a ter um projeto de segurança desta amplitude. A medida visa atender exigências da Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos), Polícia Federal, Receita Federal e Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), e permitirá a atualização do Código Internacional para Proteção de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code) do Porto de Paranaguá.
 
“O porto de Paranaguá vai voltar a ser referência em segurança, eficiência e modernidade. Nossos técnicos trabalham muito para que isso seja realidade. As melhorias no Porto já começam a ser percebidas pela comunidade portuária com o aumento da movimentação de cargas e os anúncios de novos investimentos”, afirma o governador Beto Richa.
 
O superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Airton Vidal Maron, apresentou o novo plano de segurança do Porto à Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos), em busca de sugestões para aprimorar o projeto. “Pretendemos lançar o mais rápido possível a licitação para contratar a empresa que vai executar o projeto”, afirmou.
 
Para o delegado-chefe da Polícia Federal em Paranaguá, Jorge Luiz Fayad Nazário, coordenador da Cesportos, o projeto da Appa é um grande avanço e precisa ser implantado rapidamente. “A Cesportos fará as vistorias em momento oportuno. Qualquer verificação nossa para aprimoramento do sistema não será impeditivo para que o Porto de Paranaguá dê início à contratação da empresa especializada”, disse Fayad.
 
O termo de referência para contratação da empresa que vai executar o plano de segurança está pronto. A empresa vencedora da licitação terá 45 dias para apresentar o projeto executivo. A instalação completa do sistema deve ser feita em 270 dias, cumprindo um cronograma de prioridades.
 
O projeto inclui equipamentos, instalação, integração com os Softwares de Gerenciamento da Appa, projeto executivo, treinamento, operação assistida, manutenção preventiva e corretiva durante o prazo de vigência do contrato (que é de 36 meses) e o prazo de garantia.
 
Para o inspetor-chefe da Receita Federal, Jackson Corbari, a principal vantagem do novo plano é a visão sistêmica do plano de segurança do porto. “Soluções parciais sempre resultam em algum tipo de problema, em algum momento. Com este projeto, será possível integrar todas as áreas, melhorando o trabalho de todos os atores do sistema”, disse.
 
Entenda o funcionamento do sistema
 
O novo sistema prevê a instalação de 300 câmeras para cobrir toda a área portuária. Os equipamentos permitirão identificar o rosto de uma pessoa a uma distância até 200 metros. Serão instaladas câmeras fixas, móveis, com infravermelho e câmeras térmicas, que permitem o monitoramento de áreas molhadas, para fazer a proteção perimetral do Porto e à contrabordo dos navios. As câmeras térmicas identificam o movimento de pessoas durante o dia ou a noite, além de identificarem inclusive vazamentos em navios.
 
Todas as imagens capturadas pelas câmeras serão armazenadas por 90 dias no banco de dados, conforme exigência da Receita Federal. Numa segunda etapa, uma câmera térmica será instalada na Ilha do Amparo, garantindo o monitoramento de toda a baía de Paranaguá.
 
O plano de segurança também prevê um Sistema de Reconhecimento Ótico de Caracteres (OCR), para controlar a entrada de caminhões, vagões e contêineres no terminal portuário. As câmeras localizadas junto às balanças de caminhões e de vagões, no processo de pesagem, farão a captura e registro das imagens das placas de identificação dos veículos, contêineres e caminhões. Estas informações alimentarão o banco de dados do sistema que irá permitir ou bloquear a entrada dos mesmos em áreas restritas.
 
Três totens serão instalados no pátio de triagem para fazer o pré-cadastro dos motoristas de caminhão, que passarão a ser identificados por um sistema de leitura biométrica da mão para acesso ao porto. “Teremos leitores nas balanças de entrada do porto. O caminhoneiro, já pré-cadastrado, só terá acesso ao cais após a leitura da mão”, explica o engenheiro responsável pelo projeto, Charles Misiec.
 
PROTEÇÃO PERIMETRAL – O projeto de segurança prevê ainda a instalação de câmeras para cobrir os cerca de 2,8 mil metros de extensão dos alambrados, muros e paredes que circundam a área portuária. As câmeras desta área terão sensores que identificam qualquer tentativa de transpassar os muros ou tentativas de danificar cercas.
 
Também serão instalados torniquetes para acesso de pessoas nos portões de acesso de Trabalhadores Portuários Avulsos (TPAs), no Silão, portão principal, pátios de veículos, píer de inflamáveis, terminal de fertilizantes e portão de entrada do Terminal de Contêineres.
 
Serão instaladas novas catracas na sede administrativa e o acesso ao comando e controle será monitorado por cartões magnéticos.
 
O acesso de pessoas ao pátio de veículos e no TCP será monitorado por meio de Identificação por Rádio Freqüência (RFID), um método de identificação automática através de sinais de rádio, recuperando e armazenando dados remotamente através de etiquetas de identificação.
 

Fonte: AGRONEWSINFO

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Projeto cria regras para patrão ler e-mails de funcionários

Quando o patrão pode e não pode bisbilhotar os e-mails de seus funcionários (Reprodução/Corbis)



  Deputado de Minas Gerais quer pena de dano moral para empregador que bisbilhotar a caixa postal eletrônica de subordinados sem avisar. Por Hugo Souza

 Tramita desde junho deste ano na Câmara dos Deputados um projeto de lei que “dispõe sobre restrições ao monitoramento de correspondência eletrônica por parte do empregador”. Em outras palavras, sobre quando o patrão pode e quando o patrão não pode bisbilhotar o que seus funcionários escrevem nos e-mails que enviam e recebem a partir de computadores do ambiente de trabalho, na conta corporativa ou na conta pessoal.

Este é um dos temas nevrálgicos das relações entre chefias e subordinados que emergiram junto com as novas tecnologias da informação e da comunicação. Há dois anos uma pesquisa da empresa de segurança em informática Proofpoint mostrou que 38% das companhias norte-americanas com mais de mil empregados mantêm funcionários para inspecionar e monitorar os e-mails dos trabalhadores. Seus motivos: em 43% delas aconteceu vazamento de informação confidencial via e-mail, e 31% dessas empresas já despediram algum funcionário por violação de políticas de envio e recebimento de correio eletrônico.

Abuso de autoridade…

Em sua justificação, o autor do projeto de lei número 1429/2011, deputado Antônio Roberto (PV-MG), lembra que os trabalhadores fazem uso do e-mail hoje em dia com “foi” o uso do telefone “em outros tempos” (sic), e tanto no nível profissional, como no pessoal e afetivo, e acrescenta:

“Temos presenciado, entretanto, uma verdadeira agressão à individualidade da correspondência eletrônica dos trabalhadores, por parte das empresas e também do serviço público, que invadem indiscriminadamente os e-mails dos empregados. Sem arcabouço legal mínimo, tal agressão é, em muitos casos, motivada por abuso de autoridade, ou por situações que caracterizam assédio moral aos empregados”.

Prossegue o deputado Antônio Roberto na justificação do seu projeto de lei:

“Proposta vai ao encontro da preservação da garantia constitucional da inviolabilidade da correspondência, ao mesmo tempo em que garante a estabilidade das relações de trabalho a partir de regras claras. Só serão permitidos monitoramento de e-mails corporativos, em organizações que, prévia e expressamente, informem aos empregados da possibilidade do monitoramento. Assim, a partir de um relacionamento maduro e com todos os envolvidos conscientizados de suas obrigações e direitos, os conflitos que vemos crescer no momento atual serão, certamente, minimizados”.

… ou ‘subordinação virtual’?

Em artigo no site Consultor Jurídico, o diretor do Instituto Brasileiro de Direito Eletrônico, Alan Balaban Sasson, diz que o projeto do deputado Antônio Roberto é ineficaz e extemporâneo porque, por um lado, na Constituição Federal e na própria CLT existem mecanismos que protegem os dados pessoais do empregado e, por outro, o uso do e-mail corporativo “pode e deve” ser monitorado pelo empregador, tendo em vista que é uma ferramenta de trabalho.

“Caso exista regra clara e específica sobre a impossibilidade do uso do e-mail pessoal no ambiente de trabalho e o empregado tenha ciência que o meio eletrônico é monitorado de forma remota — a subordinação virtual –, não poderá alegar prejuízo futuro caso utilize seu e-mail pessoal no ambiente de trabalho e a empresa tenha ciência do conteúdo utilizado e visualizado”, considera  Alan Balaban Sasson.
Tudo indica que não tardará o tempo em que todo computador de escritório terá um adesivo logo acima do monitor dizendo: “Sorria, você está sendo hackeado!”.

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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Blindagem - Presidente do TJ pede reforço de 11 carros blindados para segurança de juízes

O assassinato da juíza Patrícia Acioli, na madrugada da última sexta-feira (12), colocou em xeque o sistema de segurança disponibilizado aos juízes do Rio de Janeiro. Baseado em toda a repercussão do fato e nas cobranças recebidas, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Manoel Alberto Rebêlo, solicitou o aluguel imediato de cinco carros blindados. Há cerca de um mês, ele já havia ordenado a compra de outros seis veículos semelhantes.

- Desde que eu assumi [há cerca de seis meses], não recebi pedidos por carro blindado, mas mandei comprar seis e agora ordenei que cinco fossem alugados. Vamos colocar à disposição.

Apesar das encomendas feitas, Rebêlo não julga o carro blindado como item essencial e totalmente eficiente. Apesar disso, ele cogita propor um projeto especial que daria desconto a juízes na compra e blindagem de veículos.

- O carro blindado não é tão seguro assim. Os criminosos podem obrigar a pessoa sair do carro, porque não são totalmente seguros. Com isso, a vítima estaria em perigo de qualquer jeito. Mas estamos vendo algumas soluções, como, por exemplo, reduzir IPI dos carros e o ICMS das empresas de blindagem. Mas é algo mais complexo, pois teria de ter a participação dos governos federal e estadual.

Em um discurso extremamente confuso, o presidente do TJ chegou a afirmar que a Patrícia Acioli, que teria dispensado a segurança do tribunal em 2007, contava com uma escolta feita por policiais militares.

- Ela tinha escolta de policiais. Um amigo meu a encontrou uma vez em um shopping de Niterói. Quando ele se aproximou para beijá-la, logo juntaram dois homens, que eram seguranças. 

Minutos depois, questionado novamente sobre os supostos seguranças da juíza, Rebêlo deu um passo atrás e disse nem saber quando o encontro teria ocorrido.

- Eu não posso afirmar nada. Não sei quando foi isso. Foi um encontro casual e ele não soube me dizer. Isso é normal. Esse tipo de coisa é fácil de esquecer, você perde a noção do tempo.

Três juízes em São Gonçalo

O presidente do TJ anunciou que a 4ª Vara Criminal de São Gonçalo deve passar a ser comanda por três juízes a partir de terça-feira (16). De acordo com o Rebêlo, os magistrados terão escolta policial, caso seja requisitado.

Segundo Rebêlo, serão definidos na noite desta segunda os nomes dos juízes que assumirão o lugar da magistrada Patrícia Acioli.

Além disso, o início da "força-tarefa", que tem como principal objetivo tirar o foco dos juízes, depende da liberação do gabinete de Patrícia, que foi lacrado pelos investigadores da Policia Civil do Rio.

- É provável que comece amanhã Só dependemos da liberação do gabinete e também do cartório do fórum. Eu tenho dois nomes que se ofereceram para assumir a vara. Vamos definir os nomes e anunciar assim que for conveniente.

Os três juízes trabalharão juntos até quando a Justiça considerar necessário.

- Eles vão assumir os casos mais complicados, que estão há mais tempo para serem julgados e vão ficar até quando for preciso, pois hoje a carga de processos no fórum de São Gonçalo é muito grande. Os três juntos podem acelerar isso.


Fonte: R-7

Patrimônio - Cresce a busca por segurança privada



Em todo o Estado de São Paulo, foram criadas quase 400 empresas e mais de 19 mil empregos formais.

O mercado de segurança privada registrou um aumento de 12,8% na geração de empregos no estado de São Paulo em 2010. Ao todo, foram criadas quase 400 empresas e mais de 19 mil empregos formais.
Apesar de não possuir números específicos de Ribeirão Preto, o Sesvesp afirma que a cidade também registra alta. Segundo Eduardo Simonelli, gerente comercial de uma empresa de segurança privada, localizada na Vila Seixas, o crescimento do mercado deve ultrapassar os 15% em Ribeirão. 

"Muito mais do que preservar o patrimônio, os empresários querem garantir a integridade dos funcionários", diz Simonelli.

Um Centro de Formação, situado na Vila Virgínia, forma cerca de 150 vigilantes por mês. De acordo com a vigilante Maísa Araújo de Oliveira, o curso tem duração de 16 dias, totalizando 180 horas. "A procura é grande, principalmente para o curso de vigilante patrimonial, que é o básico", frisa, acrescentando que após a formação, o profissional precisa passar por aulas de reciclagem a cada dois anos. 

A escola também oferece cursos de extensão (transporte de valores, escolta armada e segurança pessoal) e extracurriculares (monitoramento bancário, segurança eletrônica e brigadista). Regulamentada pela Lei nº 7.102/1983, a atividade é fiscalizada pela Polícia Federal.


Fonte: EPTV

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Blindados - Bope terá novos blindados; polícia testará 3 modelos por um mês



A frota da tropa de elite da Polícia Militar vai ganhar reforço. Três novos modelos de veículos blindados chegarão ao Brasil este mês para serem testados pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Durante um mês, os caveirões importados serão submetidos a uma série de avaliações para saber qual deles poderá ser adquirido pela Secretaria de Segurança Pública. 

Dois modelos já estão no porto de Santos (SP). São de origem sul-africana (Maverick) e francesa (Renault). Ambos são menores que os atuais blindados da frota do Bope (os novos têm capacidade para 13 e 10 combatentes, respectivamente), mas atendem ao conceito de blindados que o batalhão busca - veículos menores e mais velozes no ambiente operacional. O terceiro carro que será testado tem estrutura israelense e tecnologia tcheca. 

Os blindados precisam atender a três pontos considerados fundamentais para as ações operacionais em favelas: transportar a tropa com segurança, ter mobilidade para andar em qualquer tipo de terreno e ser ágil. Também são avaliados o nível de blindagem, a capacidade de adaptação interna e externa e até a abertura das portas. Outro fator importante é saber se a manutenção pode ser feita aqui. 

O resultado dos testes será repassado para a Secretaria de Segurança, que ainda não definiu quantos nem quais modelos irá comprar. O processo de aquisição deve começar no ano que vem.


Fonte: Terra

Danos Morais - Seara terá de pagar R$ 14,6 milhões por danos mor

A Juíza do Trabalho Zelaide de Souza Philippi da 4ª Vara do Trabalho de Criciúma – SC, julgou procedente a Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho da 12ª Região (SC), subscrita pelo procurador Jean Carlo Voltolinido, Processo nº 01839-2007-055-12-00-2, condenando a Seara Alimentos a pagar indenização por dano moral coletivo no valor de  R$ 14.610.000,00, correspondendo a 10% do seu lucro líquido auferido no ano de 2010.

Na instrução processual restaram provados os gravíssimos procedimentos adotados pela empresa em desrespeito à legislação protetora da saúde dos trabalhadores, que eram submetidos a trabalhar em meio ambiente desequilibrado e agressivo, sem o fornecimento dos meios de proteção eficientes a neutralizar os riscos de acidentes e ou dos adoecimentos ocupacionais ocorridos, subnotificando a comunicação dos acidentes e adoecimentos ocupacionais, sendo que para mascarar a ocorrência dos infortúnios laborais, quando não exigia trabalho dos adoecidos, exigia a batida do ponto, ainda que o trabalhador pudesse ser dispensado do trabalho.
Conclui a sentença com base nas provas coletadas que a empresa implantava de ritmo frenético de trabalho, em ambiente hostil e com tarefas repetitivas, altamente propensas ao desenvolvimento de doenças ocupacionais, restando evidenciadas uma verdadeira legião de trabalhadores afastados da demandada, alguns em situação irreversível de incapacidade laboral, sem emissão de CAT, o que comprova a prática das repudiadas subnotificações acidentárias.

Essa questão da prática de mercado de subnotificar os acidentes de trabalho é por demais conhecida, sendo que em razão disso o próprio governo aprovou no Parlamento duas ferramentas úteis ao INSS , o NTEP e o FAP. Pelo NTEP o INSS pode conceder o benefício acidentário (B-91), ainda que o  empregador não tenha emitido a CAT – Comunicação de Acidentes de Trabalho, ainda que o empregador tenha dúvida se a ocorrência se caracteriza e ou não como acidente, porque a legitimidade pelo reconhecimento do acidente não é do empregador, mas do próprio INSS.
A obrigação de assegurar meio ambiente de trabalho equilibrado, livre de risco de acidente e ou  de acidentes ocupacionais é do empregador, sendo que se a doença e ou a sequela laboral não for considerada como acidentária, o trabalhador tem direito, igualmente, ao recebimento do auxílio-doença, mas o previdenciário (B-31), cujo benefício pago ao segurado, por não ter fonte de custeio próprio, como ocorre com os acidentários (SAT), o recurso sai do caixa geral da previdência, provocando os seguidos anúncios do governo com o “déficit”  na concessão dos benefícios previdenciários (auxílio doença-comum).

Até o momento em que inexistia normatização legal para regular o NTEP e o FAT era prática comum de mercado, não se emitir a CAT, que por lei é obrigatória, mas se encaminhava o trabalhador acidentado e ou lesionado para o INSS, visando a obtenção pelo trabalhador segurado do auxílio doença-comum (B-31). Mas o INSS sabedor dessas repudiadas práticas de mercado passou a incluir os valores gastos com o benefício previdenciário no cálculo do FAP, dificultando, assim, aos não investidores em prevenção e descumpridores das normas de segurança e medicina do trabalho, de se beneficiarem da redução das respectivas alíquotas relativas ao SAT, descontadas em folha de pagamento para o financiamento dos acidentes de trabalho.

Com isso, o mercado reagiu, passando, agora a mascarar os gravames ocupacionais ocorridos, não mais encaminhando seus trabalhadores adoecidos ao INSS para receberem o benefício, ainda que previdenciário (auxílio doença-comum, B-31), mas exigindo trabalho, ainda que doentes e ou quando não, a assinatura do ponto e logo dispensados, mascarando-se, dessa forma as ocorrências danosas à saúde física e mental de seus trabalhadores.

Além da condenação da empresa demanda no pagamento de indenização por dano social, houve  também condenação por litigância de má-fé e imposição de diversas obrigações de fazer, com as respectivas cominações, acaso haja incumprimento.


Fonte: Consultor Jurídico

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Deixe as baleias namorarem







Pare Angra 3
Pare Angra 3
Olá, ciberativista
Queremos chamar sua atenção para mais uma ameaça à biodiversidade no mar brasileiro. O avanço da exploração de petróleo ao redor do Parque Nacional dos Abrolhos pode colocar em risco este patrimônio natural.
Sua ação neste caso é urgente. O governo já licitou 13 blocos de exploração de gás e óleo na região. Agora, dez empresas nacionais e estrangeiras estão prontas para começar a cavar seus poços.
Para evitar que desastres como o do Golfo do México se repitam no Brasil e destruam ecossistemas marinhos únicos, contamos com seu apoio. O Greenpeace lançou uma campanha pela moratória do petróleo em Abrolhos.
Assine a petição e apoie a moratória do petróleo em Abrolhos

Esta petição será levada aos principais dirigentes das empresas petrolíferas e a representantes do governo. Pedimos a eles que abandonem seus planos de exploração em Abrolhos pelos próximos 20 anos. Isso permitirá que a sociedade discuta os riscos do petróleo na região.
A proposta de moratória envolve uma área de 93.000 km² ao redor do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, entre o litoral sul da Bahia e o norte do Espírito Santo. Excluir o petróleo desta área evitará que qualquer vazamento ponha em risco mais de 1300 espécies.
Ricardo Baitelo
Lugar de natureza exuberante e de corais de mais de 7 mil anos de idade, Abrolhos é também o pedaço de mar preferido das baleias jubarte, animal ameaçado de extinção.
Todos os anos, este mamífero viaja por milhares de quilômetros, desde a Antártida, para fazer das águas cálidas de Abrolhos seu ninho de amor. Agora, o petróleo pode atrapalhar este namoro.
Se você concorda com a preservação de Abrolhos e acha que as baleias devem namorar em paz, mostre seu apoio. Assine a petição e divulgue-a para seus amigos. Deixe que todos saibam a gravidade deste problema.
Obrigada!

Greenpeace online:

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O gigantesco mercado da segurança privada no Brasil


O mercado da segurança privada no Brasil é algo que representa grande destaque na economia do país. Dados de 2009 mostram que em todo o País o mercado de segurança privada e eletrônica movimenta mais de R$ 20 bilhões ao ano. Os números evidenciam um mercado muito promissor. Levantamento realizado pelo Sesvesp (Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo) mostra que o Estado de São Paulo foi o que registrou maior crescimento no mercado de segurança privada, no último ano.



De 2010 para 2011 foram gerados mais de 19 mil empregos no Estado de São Paulo, uma alta de 12,8%, totalizando mais de 167 mil postos formais. Já o número de empresas (SP) efetivas chegou próximo a 400, um ligeiro aumento (3%) em relação ao ano anterior.

Atualmente, o Estado de São Paulo concentra 29% das empresas no Brasil; 20% dos cursos de formação de vigilantes e 30% da mão de obra. "Cada vez mais a segurança privada é requisitada pelo serviço público, bancos, indústrias, condomínios e shoppings, que são os maiores contratantes, e isso gera um impacto positivo na criação de emprego. A segurança privada é um dos setores que, atualmente, tem buscado muita mão de obra", explica o presidente do Sesvesp, José Adir Loiola.

Ao todo, o Brasil possui cerca de 1.500 empresas de segurança autorizadas pela Polícia Federal a prestar serviço de segurança privada, que engloba transporte de valores, escolta de cargas, cursos de formação, segurança pessoal e segurança patrimonial e um contingente de 540 mil vigilantes habilitados a prestarem serviços de vigilância privada.

Segurança Privada no Brasil


Pesquisa da USP aponta que já são cerca de 1,1 milhão de pessoas trabalhando na segurança privada, considerando apenas os que estão devidamente legalizados junto à Polícia Federal. Segundo o sociólogo André Zanetic, autor da pesquisa, se forem somadas as pessoas que trabalham informalmente, o número chega a 2 milhões. Para efeito de comparação, segundo Ministério da Justiça, referente ao ano de 2003, há no Brasil cerca de 580 mil policiais civis e militares.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A ABESE mostra a Segurança Eletrônica em Números

Existem no país mais de 10 mil empresas atuantes no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 125 mil empregos diretos e mais de 1,4 milhão indiretos . Nos últimos dez anos, o mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança vem crescendo com taxas médias de 13% anualmente. Em 2010, o setor movimentou a ordem de US$ 1,680 bilhão, com um crescimento de 12% em comparação ao ano anterior.
  • Faturamento de 2006: cerca de US$ 1,026 bilhão
  • Faturamento de 2007: cerca de US$ 1,200 bilhão
  • Faturamento de 2008: cerca de US$ 1,400 bilhão
  • Faturamento de 2009: cerca de US$ 1,500 bilhão
  • Faturamento de 2010: cerca de US$ 1,680 bilhão
  • As empresas de segurança eletrônica estão divididas em: 
  • *   49% revendedores e instaladores
    *   30% monitoradores e integradores
    *   12% distribuidores
    *     9% fabricantes
  • Participação das empresas por categoria (classificação por capital social):
    * 36% individual
    * 33% microempresa 
  • * 16% pequeno porte
     *  9% médio porte
    *   6% grande porte
  • Representatividade do mercado nacional por regiões:
    * SUDESTE: 53%
    * SUL: 22%
  • * CENTRO-OESTE: 12%
  • *  NORDESTE: 9%
    *  NORTE: 4%
  • O mercado de segurança eletrônica cresceu, em média, 13% nos últimos oito anos:
1999  2000 2001 2002  2003  2004  2005  2006  2007  2008  2009 2010
15%   19%  20%  12%    6%    10%   6%     14%   15%   13%   7%     12%
  • Principais tecnologias aplicadas em segurança eletrônica e sua participação de mercado:
    o Sistemas de alarmes contra intrusos: 26%
    o Sistemas de circuitos fechados de TV: 40%
    o Sistemas de controle de acesso: 24%
    o Equipamentos detecção e combate a incêndio: 10%
  • Outras tecnologias
    o Sistemas de Proteção Antifurto para produtos
    o Detecção de metais e explosivos
    o Dispositivos de identificação por biometria
    o Rastreamento de veículos, cargas e seres vivos
  • Tendência mundial em segurança eletrônica
    o Sistemas de controle de tráfego em vias públicas e rodovias
    o Sistemas de Analise Inteligente de Vídeo
    o Sistemas avançados de identificação biométrica
    o Cidade Digital – integração dos registros e informações a disposição dos órgãos competentes (imagens em vídeo, fotos, registros de ocorrências)


Fonte: ABESE