segunda-feira, 30 de maio de 2011

Capacitação - Itapemirim-ES capacita profissionais de segurança

O município de Ita­pemirim-ES pro­moveu a capa­citação de 112 novos profissio­nais em SALVATAGEM depois de curso gratuito oferecido pela municipalidade que investiu R$ 72 mil. Essa atividade é de vital importância para a segurança em unidades petrolíferas e exi­gido pela Petrobrás para a atu­ação no mercado offshore que apóia as atividades de extração do petróleo.
 
O treinamento foi realiza­do no quartel da Marinha em Vila Velha, por uma empresa especializada na área, contra­tada pela prefeitura de Itapemi­rim e os alunos foram divididos em quatro turmas de 30 pesso­as, que tiveram 45 horas de trei­namentos intensivos, divididos em módulos de: segurança pes­soal e responsabilidade social, primeiros socorros, prevenção e combate a incêndio, técnicas de sobrevivência pessoal e pro­cedimentos de emergência.
 
A solenidade de formatu­ra contou com as presenças da prefeita municipal Norma Ayub Alves; do deputado estadual, Theodorico de Assis Ferraço; de representantes da empresa West Group, Jean Brunoro, Sa­brina Zoppi e Ildemar Filho e outras autoridades. Segundo a prefeita “Itapemirim é um mu­nicípio pioneiro na oferta de cursos de salvatagem e tudo que estamos fazendo é para proporcionar melhor qualidade de vida para a população”, dis­se Norma. “Já autorizei a ofer­ta de 30 novas vagas de treina­mento em salvatagem. Muito em breve receberemos gran­des investimentos e quero que todos estejam preparados para a demanda de trabalho, princi­palmente após a futura instala­ção do porto de apoio offsho­re em nossa região”, concluiu a prefeita.
 
Ferraço apresentou o pro­jeto offshore e informou que o porto de apoio as atividades petrolíferas será localizado na praia da Gamboa, que a área já foi desapropriada e que o mu­nicípio aguarda somente a li­beração ambiental para o anda­mento do projeto.
 
Sobre o curso
 
Salvatagem é o nome dado ao conjunto de equipamento e me­didas de resgate e manutenção da vida no pós-desastre. Exem­plo: a bóia de emergência de num navio e material de salva­tagem. Este curso vem habili­tar o aluno a trabalhar offsho­re ou embarcado preparando-o para trabalhar com segurança, oferecendo-lhes conhecimentos sobre medidas de segurança, de acordo com o cumprimento as recomendações da Resolução A.891(21) e Convenção STCW- 1978. Este curso é OBRIGATÓ­RIO para Embarque.


Fonte: Folha ES

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Patrimônio - Com onda de ataques, comércio quer tirar caixas eletrônicos




Com a onda de ataques a caixas eletrônicos em São Paulo nesse ano, muitos comerciantes já pensam em retirar os equipamentos de seus estabelecimentos para evitar prejuízos. No ano, já foram registrados 122 casos na Grande São Paulo, quase um por dia. Apenas na capital foram 69.

Entre a noite de quarta e a madrugada de ontem, mais três caixas eletrônicos de supermercados foram explodidos na capital e na Grande São Paulo. Segundo Maurício Stainoff, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado, os empresários estão preocupados e já procuram formas de se desfazer das máquinas.

Mas como há um contrato para a instalação, não é tão simples fazer o banco retirá-las. O economista da Associação Comercial Marcel Solimeo diz que vários comerciantes estão consultando a entidade para saber como tirar os equipamentos. Segundo ele, alguns estão desligando os caixas.

“Ataque a caixas eletrônicos se tornou o crime da moda”, admitiu ontem o secretário da Segurança, Antonio Ferreira Pinto. Segundo ele, os bandidos mudaram do assalto ao banco, “mais arriscado”, para o roubo a caixas, mais fácil. Ele acredita que várias quadrilhas estejam atuando.

O que aumenta o medo de lojistas, de acordo com Stainoff, da federação de lojistas, são as explosões. “O comerciante não perde apenas o caixa. A estrutura da loja, e as vezes até a do prédio, é prejudicada, e alguns seguros não cobrem explosão”, afirma. Para ele, a solução é instalar mecanismos que danifiquem ou marquem as notas.

O Sindicato dos Bancários pediu que os bancos reforcem a segurança nas agências e se responsabilizem pelas máquinas instaladas em comércios.


Fonte: E-Band

sábado, 14 de maio de 2011

Parlamentares são acusados por 350 crimes no STF

fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br

Crimes contra a Lei de Licitações e eleitorais são as acusações mais comuns nos 293 processos em tramitação no Supremo contra 136 deputados e senadores.

Rudolfo Lago
          


As denúncias contra os parlamentares se avolumam e se repetem. Nos 293 processos contra deputados e senadores em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF), são atribuídos a eles 350 crimes. Eles alcançam quase 40 crimes tipificados no Código Penal. As denúncias mais comuns são por crimes contra a Lei de Licitações, com 47 ocorrências, crimes eleitorais, que aparecem em 46 casos, e os chamados crimes de responsabilidade, que aparecem 39 vezes.

Na quarta colocação no ranking das denúncias mais frequentes contra deputados e senadores, aparece o crime de peculato, ou seja, desvio de recursos públicos, objeto de 32 processos. Os chamados crimes contra a honra, como calúnia, injúria e difamação, vêm a seguir, com 23 casos. Em sexto lugar, os crimes contra a ordem tributária, com 18, e, em sétimo, de lavagem de dinheiro, com 12, aparecem na sequência.

Na relação das denúncias mais comuns, há ainda 11 acusações de crimes contra o sistema financeiro (nona colocação) e improbidade administrativa e dez de corrupção (décima colocação).
Os dez tipos penais que mais afetam os parlamentares englobam 249 acusações (71% do total).

Ao todo, 22 senadores e 114 deputados respondem a algum tipo de investigação na mais alta corte do país. No momento, 201 estão na fase de inquérito (investigação preliminar) e 92 tramitam como ações penais (processos que podem resultar em condenação). Em muitos casos, são atribuídos mais de um crime aos parlamentares em um mesmo processo. Entre os casos isolados, há denúncias de homicídio qualificado, crime contra a liberdade pessoal, lesões corporais e coação no curso do processo. 

Os dados fazem parte de levantamento exclusivo feito pelo Congresso em Foco a partir de informações disponíveis na página do Supremo Tribunal Federal na internet até o dia 27 de abril. Mais um deputado passou a ser investigado pela corte esta semana. Começou a correr no STF um inquérito em que Romário (PSB-RJ) é investigado por crimes ambientais e contra o patrimônio genético. 

terça-feira, 10 de maio de 2011

Treinamento - Projeto educa para o enfrentamento dos riscos e fortalece a cultura de segurança


O fortalecimento de uma cultura de segurança tem se tornado o principal objetivo de empresas, órgãos públicos e escolas do município de São José dos Campos, em São Paulo, por meio do projeto Plano de Emergência nas Escolas Municipais que leva conhecimentos e práticas próprias de Planos de Emergência ao público participante. O projeto que prepara escolas e comunidades para enfrentar situações de risco de incêndio e outros acidentes tem sido elogiado entre os participantes e destacado como uma iniciativa que pode servir de exemplo para o resto do país. Implantado em 2007, ele já atingiu oito escolas de ensino fundamental e uma creche da educação infantil, com um total de nove simulados de emergências em unidades escolares.

Lançado pela SME (Secretaria Municipal de Educação), de São José dos Campos/SP, em parceria com o Corpo de Bombeiros, ele é aplicado por dois bombeiros civis e quatro brigadistas da Secretaria,  com a supervisão do bombeiro Silvio Rodrigues da Silva. Ele consiste na execução de um Plano de Emergência, estabelecido conforme a NBR 15.219, que permite o treinamento sistemático de alunos, professores e funcionários de escolas municipais, ponto fundamental para o êxito do programa e da consequente segurança de todos. "Usamos como ferramentas de ensino e aprendizado palestras sobre prevenção e combate a incêndio, acidentes domésticos, primeiros socorros básicos, reanimação cardiopulmonar do Projeto Educoração - crianças que salvam vidas - e orientação sobre o procedimento correto para realizar a evasão de emergência. Todas as palestras são acompanhadas por atividades práticas", destaca o bombeiro civil e especialista em Sistema de Segurança contra Incêndio da Secretaria de Educação, João Carlos Gonçalves.

Para ele, o projeto é fundamental para organizar uma equipe com conhecimento real das condições de segurança da escola. "Por isto, visa treinar e preparar os alunos, professores e funcionários para enfrentar uma situação de emergência e pânico de maneira organizada e segura", reflete.

A Unidade Fundhas (Fundação Hélio Augusto de Souza), instituição sem fins lucrativos que tem como principal objetivo atender jovens de 7 a 18 anos provenientes de classes econômicas menos privilegiadas em situação de risco e vulnerabilidade social, e que também faz parte deste projeto, concorda com a análise. "O projeto é importante para que todos compreendam a necessidade de organização, que favorece vários aspectos tais como segurança e integridade de todos. É importante saber que a organização ocorre a fim de preparar de modo que não haja pânico em uma situação emergencial", explica a gestora da unidade Cláudia Rodrigues.


Fonte: Revista Emergência

sexta-feira, 6 de maio de 2011

"Mula" morre de overdose após cápsula de cocaína se romper no estômago



Um cidadão lituano de 21 anos morreu em Lima, após uma cápsula de cocaína se romper em seu estômago pouco antes dele tentar embarcar em um voo com destino à Espanha, informou neste domingo a Polícia antidroga peruana. Segundo a fonte, o homem, que respondia pelas iniciais P.G.L., tinha em seu estômago cerca de cem cápsulas com a substância ilegal, em uma das modalidades preferidas pelos "bourriers", microtraficantes de drogas que a cada semana são detidos no aeroporto de Lima ao pretender sair do país.

 A polícia informou que o homem estava hospedado, junto com um compatriota, em um hotel de El Callao, região de Lima onde fica o aeroporto, e onde teria ingerido as cápsulas de cocaína. Após seu colega ter percebido que algo tinha saído errado, levou-o até o hospital, onde foi certificada a morte do lituano. O acompanhante foi detido por tráfico de drogas.

O Peru é o principal produtor mundial de folha de coca, após ter desbancado em 2009 a Colômbia, segundo números da ONU, e os analistas suspeitam que o país poderia ter se transformado também no maior produtor mundial de cloridrato de cocaína, apesar destes números ainda não estarem disponíveis.

fonte: Terra - Segadas Vianna

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Matar foi a parte fácil

"Nós, do Blog: pergunteaoconsultor.com.br repudiamos toda e qualquer forma de  incentivo à violência. Manifestar seu sentimento pela morte do terrorista em tela é uma coisa, outra é festejar a isso, como se matar e morrer fosse coisa   liberadamente  normal e gloriosa."
Elder dos Anjos


 





Bristol (EUA) - E assim se passou que o inimigo público número um dos Estados Unidos foi fuzilado à queima-roupa pelos comandos da Marinha, numa expedição noturna em território estrangeiro, sem que os governantes do país, o Paquistão, fossem prevenidos, notificados, ouvidos ou cheirados.

Agora desenrola-se um interessante dueto diplomático. O inimigo número um, Osama bin Laden, procurado há dez anos, estava num subúrbio da capital paquistanesa, Islamabad, numa mansão conspícua por seu tamanho e pelos altos muros que a cercavam, a 600 metros da West Point do Paquistão: uma grande academia militar.

Os moradores da mansão nunca davam as caras em público e ainda assim ninguém no Paquistão mostrou, ao longo de cinco anos, interesse em saber quem eram?

Me engana que eu gosto.

O Paquistão é o segundo maior  país muçulmano do planeta, formado quando a Índia se tornou independente do Império Britânico e originalmente dividido entre Paquistão Ocidental e Paquistão Oriental, a cerca de 1.600 quilômetros um do outro.

O Paquistão Oriental moveu uma guerra de secessão e virou Bangladesh, país de mínima importância no cenário mundial.

O Paquistão Ocidental ficou Paquistão puro e simples: um país com mais de 170 milhões de habitantes, situado numa região altamente estratégica para a OTAN e os Estados Unidos, uma nação muçulmana, detentora de armas atômicas, com grande peso no cenário mundial.

E aí reside o problema. Os Estados Unidos dependem do Paquistão para abastecer e conduzir suas operações militares contra o Taliban, no Afeganistão. Os Estados Unidos sabem que o governo paquistanês é um agente duplo, de mínima ou nenhuma lealdade, mas não podem simplesmente depô-lo e substituí-lo porque, reza o velho ditado, é melhor o diabo que você conhece do que o que você não conhece. Os Estados Unidos são odiados pela maioria da população do Paquistão, seguidora do islamismo, que vê os americanos como infiéis, uma força cristã de ocupação.

Por uma questão de política interna, o governo de Barack Obama não podia pensar em simplesmente prender Osama bin Laden. Não teria condições para submetê-lo a um julgamento por tribunais civis, depois do fiasco da tentativa de fazer o mesmo com Khalid Sheikh Mohammed.

Teve que matá-lo, mesmo desarmado,  e ainda assim é obrigado a aturar políticos republicanos proclamando que a captura de Osama bin Laden só foi possível por causa de confissões obtidas sob tortura.

Se Barack Obama admitir que é preciso torturar presos muçulmanos, suas relações com o vasto mundo islâmico só poderão piorar.

Agora, Barack Obama precisa mostrar dureza na política interna americana, para poder se reeleger. Na política externa tem que pisar em ovos, porque, graças a suas armas nucleares, o Paquistão não é um mero tigre de papel 


Sobre o autor deste artigoJosé Inácio Werneck - Bristol

É jornalista e escritor com passagem em órgãos de comunicação no Brasil, Inglaterra e Estados Unidos. Publicou "Com Esperança no Coração: Os imigrantes brasileiros nos Estados Unidos", estudo sociológico, e "Sabor de Mar", novela. É intérprete judicial do Estado de Connecticut.

Compras coletivas, problemas também


As reclamações são de todo tipo: divergências entre o serviço oferecido nos anúncios de promoções e o serviço prestado na prática são as mais comuns. Por Hugo Souza


Recentemente o maior site de compras coletivas do Brasil, o Peixe Urbano, passou a colocar em algumas das suas ofertas diárias o banner “Sem propaganda enganosa”. Trata-se de uma  alfinetada em alguns dos seus maiores rivais que estariam utilizando esta prática para tentar se impor no mercado.

Mas este slogan do Peixe Urbano reflete o fato óbvio de que não é só o tamanho dos descontos que importa na hora de comprar produtos e serviços por este tipo de site, mas também a garantia de satisfação. O próprio Peixe Urbano aparece na 13ª posição entre as empresas mais citadas negativamente no ranking do Reclame Aqui, o mais famoso dos sites de wiki-controle de qualidade da internet brasileira.

As reclamações são de todo o tipo: divergências entre o serviço oferecido nos anúncios de promoções e o serviço prestado na prática, descrição imprecisa das ofertas diárias, discriminação por parte das empresas parceiras dos sites de compras coletivas na hora da utilização dos serviços com desconto, falhas na emissão dos cupons, cobranças indevidas, dificuldades no atendimento a todos os clientes quando há muitos cupons vendidos, preços supervalorizados para mascarar o desconto real, confusões para entrar em eventos, penúrias para marcar sessões de embelezamento compradas pela metade do preço e etc.
 
‘Quando a esmola é demais…’

Recentemente, o que começou com uma oferta do Peixe Urbano virou um caso que foi parar no Instituto Nacional de Propriedade Industrial. O site vendeu cupons de pizza a R$ 10 pela tele-entrega da Marietta Pizzaria, de Belo Horizonte, sob a seguinte descrição: “Bastante conhecida pelos moradores de Belo Horizonte, o Marietta Pizzaria tem um cardápio recheado de saborosas pizzas…”.

Ocorre que a Marietta Pizzaria havia sido fundada apenas alguns meses antes. A Marietta Sanduíches Leves, esta sim “bastante conhecida pelos moradores de Belo Horizonte”, acusou sua quase homônima de induzir o consumidor ao erro, usando de forma indevida sua consagrada marca:

“O resultado desta parceria entre ‘Marietta Pizzaria’ e o site de vendas coletivas Peixe Urbano recai lamentavelmente sobre a Marietta Sanduíches Leves através de telefonemas de reclamação, insatisfação do cliente e problemas com a marca”.

O jornal O Estado de Minas noticiou o caso, relatando a dificuldade que o cardume de compradores estava enfrentando para concretizar seus pedidos na tele-entrega da Marietta – a Pizzaria – e lembrando que, “quando a esmola é demais, o santo desconfia…”.

Área Vip em feijoada?

Uma das histórias mais inusitadas de problemas que os consumidores vêm enfrentando com os sites de compras coletivas foi a venda, com “62% OFF”, no Groupon, de ingressos para a área Vip de uma feijoada no tradicional clube Monte Líbano, no bairro da Lagoa, no Rio de Janeiro, com direito a vodca de graça, camisa do evento, baterias das escolas de samba Mangueira e Salgueiro, e DJs convidados.

Segundo o site, um total de 694 pessoas compraram ingresso com desconto (de R$ 130 por R$ 50). Na hora da feijoada, entretanto, houve tumulto na porta do clube, empurra-empurra, gente barrada na porta, e reclamações de que a comida e a bebida haviam acabado cedo. Mais de 20 clientes do Groupon prestaram queixa na 14ª DP, do Leblon. O delegado foi até o Monte Líbano e um dos organizadores do feijão com confusão acabou detido.

No dia, um domingo, o atendimento do site informou que estava funcionando em esquema de plantão, e o esquema de plantão não poderia dar esclarecimentos sobre o que afinal aconteceu para que um coletivo de 20 Vips de ocasião fosse parar na delegacia.

http://opiniaoenoticia.com.br

terça-feira, 3 de maio de 2011

Blindados - Novo Jeep militar é apresentado no Rio





 
 
De volta às suas origens no segmento militar, a marca Jeep apresenta, pela primeira vez na América Latina,  sua linha de veículos “J8”, em versões voltadas tanto para o transporte de pessoas quanto de carga.
Apresentado pela JGMS (Jeep Governament & Military Sales), divisão da marca “Jeep”, dedicada a vendas militares e ao governo, o Jeep “J8” esteve na LAAD 2011 - a maior e mais importante feira de defesa e segurança da América Latina, que aconteceu de 12 a 15 de abril, no Rio de Janeiro. Trata-se de um evento bienal, que reúne empresas especializadas no fornecimento de equipamentos e serviços para as três Forças Armadas, polícias, forças especiais e agências governamentais. Pela primeira vez,  o Jeep “J8”  foi exibido na América Latina, assim como uma inovadora tecnologia de blindagem estampada a quente.
 Preparada para atender às exigências das forças de segurança latino americanas, a JGMS forneceu o Jeep “J8” para o transporte de pessoas e de carga às forças de paz uruguaias em operação no Haiti no início deste ano, sob concessão da GPOI (Global Peace Operations Iniciative) do Governo dos Estados Unidos. Uma das versões apresentadas na LAAD 2011 foi a “J8” Troopie, que faz parte de uma frota de veículos militares Jeep que compartilha do lendário desempenho e resistência da família de veículos estendidos da marca.
Baseado no “J8” de três portas, o Troopie é equipado com um sistema de proteção tubular contra capotagem integrado ao chassi do veículo, que permite melhor flexibilidade ao operar em terrenos acidentados, melhorando a proteção aos passageiros e aumentando o espaço para pessoas e cargas. Seu teto elevado proporciona maior conforto para o motorista e ocupante do assento dianteiro, assim como para até seis passageiros na traseira. Com os assentos laterais dobrados ou removidos, o compartimento traseiro pode acomodar um palete padrão da OTAN ou outro tipo de carga.


Fonte: Tribuna do Norte

Assédio Moral - Bom senso e prudência evitam assédio moral no trabalho

Criar um bom ambiente de trabalho para os colaboradores não é somente se preocupar com a ergonomia, segurança e fluxo de atividades. As relações interpessoais dentro da empresa devem ser acompanhadas atentamente pela diretoria da empresa. Com alguns cuidados e o uso do bom senso, as organizações conseguem evitar casos de assédio moral. Em situações mais críticas o indicado é contar com a orientação profissional de um advogado.

Um clima organizacional tenso e a relação entre funcionários abalada podem refletir na vida pessoal e profissional dos colaboradores, além de prejudicar a rotina da empresa. O mais conhecido caso de relações difíceis no trabalho costuma ser enquadrado como assédio moral que na maioria das vezes ocorre no fluxo superior-subordinado.


Conforme a advogada especialista em direito do trabalho, Paula Lopes Azevedo dos Santos, o quadro de assédio moral pode ser conferido em casos como exigência de metas impossíveis, colocar os funcionários em situações vexatórias ou deixar o trabalhador sem atividades por realizar.


"O conceito de assédio moral é muito subjetivo, não tem uma regulamentação específica. Tudo que se diz hoje é baseado na Constituição Federal. É muito do que envolve a dignidade da pessoa humana e o que é respeitoso dentro do ambiente de trabalho. Um dos principais requisitos para se enquadrar é a repetição destes quadros vexatórios para o mesmo funcionário ou um grupo", explica a advogada da Hermann & Ruschel Advocacia Empresarial


Em pesquisa feita pelo site
www.assediomoral.org, homens e mulheres reagem de maneiras muito próximas. Algumas das consequências são: crises de choro, dores generalizadas, palpitações, tremores, sentimento de inutilidade, insônia, sonolência excessiva, depressão, diminuição da libido, sede da vingança, aumento da pressão arterial, dor de cabeça, distúrbios digestivos, tonturas, ideia ou tentativa de suicídio, falta de apetite, falta de ar e passar a beber.

O bom clima organizacional passa pela tranquilidade no ambiente de trabalho e pelo respeito entre superior e subordinado. A motivação dos funcionários e a devida cobrança das atividades geram um clima de conforto indispensável para manter a empresa com uma atividade regular sem prejudicar o fluxo diário.


Fonte: Segs

Veja quem é o provável sucessor de Bin Laden

Al-Zawahiri é considerado há anos o braço direito de Osama bin Laden (Fonte: Getty Images)





Egípcio Ayman Al-Zawahiri vem sendo apontado como o possível sucessor de Osama bin Laden na Al Qaeda



Após o anúncio da morte de Osama bin Laden, o egípcio Ayman Al-Zawahiri, de 60 anos, vem sendo apontado como o possível sucessor de Osama na liderança da organização terrorista Al Qaeda.
Al-Zawahiri, que é um cirurgião profissional, é considerado há anos o braço direito de Osama bin Laden. Os EUA atualmente oferecem uma recompensa de US$ 25 milhões por sua captura. Especialistas acreditam, no entanto, que esse valor pode subir caso o egípcio assuma a liderança da Al Qaeda.
Bin Laden e Al-Zawahiri se conhecerem em 1985. Juntos, acertaram a organização de milhares de combatentes voluntários árabes para lutar contra a ocupação soviética do Afeganistão. A fundação da Al Qaeda data dessa época.
Al-Zawahiri foi associado a militantes islâmicos e foi preso por pertencer ao partido islâmico “Irmandade Muçulmana” ainda na adolescência. Ele é acusado de ter organizado o assassinato do presidente egípcio Anwar el-Sadat em 1981, no que teria sido a sua primeira ação terrorista.

‘Um dos cabeças da Al Qaeda’

Após passar três anos preso por porte ilegal de armas, Al-Zawahiri viajou pela Arábia Saudita e Paquistão e depois se uniu a Osama bin Laden.
Em meados da década de 1990, o egípcio teria viajado aos EUA e ao Reino Unido em busca de doações para seu grupo. Mais tarde, Al-Zawahiri também se tornou um ideólogo da Al Qaeda. A Interpol ordenou sua busca e captura após os ataques de 11 de setembro. O egípcio foi acusado de ser “um dos cabeças da Al Qaeda”.


www.r7.com

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Saiba quem são os mais procurados pelo FBI após a morte de Bin Laden




Há recompensas milionárias pela captura dos suspeitos

Da BBC Brasil
Após a morte do fundador e líder da rede Al Qaeda, Ossama bin Laden, as atenções se voltam para outros nomes da lista de mais procurados do FBI, a polícia federal americana.

FBI e Departamento de Estado/Reprodução
 FBI e Departamento de Estado/Reprodução
Da esquerda para a direita: Adnan Shukrijumah, Saif al Adel e Fahd al Quso. Eles são alguns dos mais procurados pelo FBI, principalmente agora que Bin Laden morreu
 
O egípcio Ayman Al-Zawahiri, tido como o braço-direito de bin Laden na Al Qaeda e possível novo líder da organização, poderá se tornar o principal alvo na lista de homens responsabilizados pelos Estados Unidos por atividades terroristas.

A lista era encabeçada por bin Laden, mas foi oficialmente atualizada nesta manhã. Agora, a palavra "Falecido" consta no perfil do líder da organização extremista.

Conheça os dez mais procurados pelo FBI, listados de acordo com o montante de recompensa oferecido por informações que levem às suas capturas, e pela gravidade das acusações contra eles:

Ayman Al-Zawahiri
Al-Zawahiri é considerado o "número dois da Al Qaeda" e braço direito de Ossama bin Laden. Ele já estava na lista nos 22 terroristas mais procurados anunciada pelo governo americano em 2001, e permanece na lista.
Um prêmio de US$25 milhões(cerca de R$ 39 milhões) é oferecido por sua captura - mesmo valor que pairava sobre a cabeça de bin Laden.
Para alguns especialistas, o cirurgião oftalmologista egípcio é o mentor ideológico da Al Qaeda e o "cérebro operacional" dos ataques de 11 de setembro de 2001.
Ele é formalmente acusado pelos Estados Unidos de participar dos ataques às embaixadas americanas em Dar es Salaam, na Tanzânia, e em Nairóbi, Quênia, em 7 de agosto de 1998.
Entre 2003 e 2010, Zawahiri foi um dos porta-vozes mais proeminentes da Al Qaeda, aparecendo em 40 vídeos da organização.
Ele foi visto pela última vez na cidade de Khost, no Afeganistão, em 2001, e se escondeu depois que o governo americano tirou o Talebã do poder.
Acredita-se que o médico egípcio esteja escondido nas regiões montanhosas da fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão. No entanto, há relatos de que sua esposa e filhos foram mortos em um ataque aéreo americano em 2001.
Ayman Al-Zawahiri foi condenado à morte - à revelia, sem estar presente no tribunal - por uma corte no Egito. A Justiça egípcia o acusa por atos cometidos pelo grupo Jihad Islâmica Egípcia (EIJ, na sigla em inglês), que ele fundou nos anos 90.

Adnan G. El Shukrijumah
Segundo o FBI, Adnan G. El Shukrijumah, que morou nos Estados Unidos por 15 anos, foi um dos líderes do "programa de operações externas" da Al Qaeda.
Ele foi acusado nos Estados Unidos, em julho de 2010, de participação em um plano para atacar alvos americanos e britânicos. Ele é também suspeito de ter participado de planos para ataques da organização no Panamá e na Noruega.
Um complô do qual Shukrijumah supostamente participava, para atacar o sistema de metrô de Nova York, foi descoberto em setembro de 2009. O esquema teria sido orquestrado por um líder da Al Qaeda no Paquistão.
Adnan Shukrijumah nasceu na Arábia Saudita, e se mudou para os Estados Unidos quando seu pai, um clérigo muçulmano, passou a trabalhar em uma mesquita no bairro do Brooklyn, em Nova York. Depois, eles se mudaram para a Flórida.
No final dos anos 90, ele se convenceu de que deveria participar do jihad (guerra santa) e foi para campos de treinamento no Paquistão.
O governo americano oferece US$ 5 milhões (cerca de R$ 8 milhões) por informações sobre seu paradeiro.

Fahd Mohammed Ahmed Al-Quso
O iemenita Fahd Al-Quso é acusado pela participação no atentado a bomba contra o navio americano USS Cole, que matou 17 marinheiros em 2000, na cidade portuária de Aden, no Iêmen.
Em 2003, ele chegou a ser preso pelas autoridades locais, mas escapou. Foi recapturado meses depois, mas saiu da prisão em 2007, apesar dos protestos do governo americano.
O prêmio para sua captura, segundo o FBI, é de US$ 5 milhões (cerca de R$ 8 milhões).
Acredita-se que Al-Quso esteja no Iêmen, mas há relatos de que ele pode ter sido morto em um ataque de aviões militares não-pilotados americanos em setembro de 2010, no norte da região do Waziristão, no Paquistão.

Jamel Ahmed Mohammed Ali Al-Badawi
Jamel Al-Badawi também é procurado pelo ataque do navio americano USS Cole, no Iêmen, em 12 de outubro de 2000.
Ele foi capturado pelas autoridades iemenitas em abril de 2003 e em março de 2004, mas escapou em ambas as vezes da prisão.
O prêmio pela captura do iemenita, que está foragido desde fevereiro de 2006, é de US$ 5 milhões (cerca de R$8 milhões).

Abdullah Ahmed Abdullah
O egípcio Abdullah Ahmed Abdullah foi acusado de participação nos atentados a bomba contra as embaixadas americanas de Dar es Salaam, na Tanzânia, e Nairóbi, no Quênia, em 1998.
O governo americano oferece uma recompensa de US$5 milhões (cerca de R$ 8 milhões) por sua captura ou informações sobre seu paradeiro.
Ele foi visto pela última vez saindo de Nairóbi, em avião, com destino à cidade de Karachi, no Paquistão.

Mohammed Ali Hamadei, Ali Atwa e Hassan-Iz-Al-Idin
Os três homens, nascidos no Líbano, são procurados pela participação no sequestro de um avião comercial da empresa americana TWA, em 14 de junho de 1985.
O ataque causou a morte de um mergulhador da marinha americana.
Hamadei, Atwa e Iz-Al-Idin são supostos membros do grupo militante xiita libanês Hezbollah, considerado pelos Estados Unidos como uma "organização terrorista".
O governo americano oferece US$ 5 milhões por informações sobre cada um dos homens.

Saif Al-Adel
Saif Al-Adel é o nome utilizado pelo ex-tenente-coronel do exército egípcio Muhamad Ibrahim Makkawi. Ele viajou para o Afeganistão nos anos 80 para lutar contra as forças soviéticas, que ocupavam o país, ao lado dos chamados mujahedin (soldados sagrados, em árabe).
Em 1987, o Egito o acusou de tentar estabelecer no país um braço militar do grupo extremista islâmico Al-Jihad, e de tentar derrubar o governo.
Adel foi o chefe de segurança de Ossama bin Laden, e chegou a assumir diversas funções do comandante militar da Al Qaeda, Mohammed Atef, depois de sua morte em um ataque aéreo americano em 2001.
Ele também é suspeito de participação dos ataques a embaixadas americanas no leste da África; de treinar os somalis que mataram 18 funcionários americanos na capital da Somália, Mogadishu, em 1993; e de dar instruções a alguns dos 11 sequestradores que participaram do 11 de setembro de 2011.
Depois da invasão do Afeganistão pelos Estados Unidos, acredita-se que Adel tenha ido para o Irã com Saad bin Laden, um dos filhos do líder da Al Qaeda.
Eles teriam sido presos e mantidos sob vigilância da Guarda Revolucionária do Irã, mas o país jamais admitiu sua presença em seu solo.
De acordo com informações do FBI, Adel pode ter sido solto e ter viajado para o norte do Paquistão. O prêmio por informações que levem à sua captura é de US$ 5 milhões.

Adam Yahiye Gadahn
Adam Gadahn, um cidadão americano que vivia na Califórnia, se destacou como propagandista da Al Qaeda depois de aparecer em diversos vídeos da organização.
Depois de se converter ao islamismo na adolescência, Gadahn se mudou para o Paquistão em 1998 e casou-se com uma refugiada afegã.
Lá, ele se tornou tradutor da Al Qaeda e se associou ao comandante militar de campo da organização, Abu Zubaydah.
Em 2004, o departamento de Justiça americano nomeou-o como um dos sete membros da Al Qaeda que planejavam ataques iminentes nos Estados Unidos. Pouco depois, ele apareceu em um vídeo defendendo a organização, em que se identificava como "Azzam, o americano".
Em setembro de 2006, ele apareceu em um vídeo com Ayman al-Zawahiri e pediu aos cidadãos americanos que se convertessem ao islamismo e apoiassem a Al Qaeda.
No mesmo ano, ele se tornou o primeiro cidadão americano a ser acusado de traição desde a Segunda Guerra Mundial.
O documento da acusação dizia que ele "aderiu conscientemente a um inimigo dos Estados Unidos...com intenção de trair os Estados Unidos."
O governo americano oferece US$1 milhão (R$ 1,5 milhão) por informações sobre Gadahn ou sua captura, mas analistas dizem que ele não tem significado operacional ou ideológico na Al Qaeda.

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