terça-feira, 26 de julho de 2011

As maiores forças armadas do mundo


 Fonte: opiniaoenoticia.com.br

No dia 18 de julho, o governo britânico anunciou uma redução das forças armadas do país até 2020. Ao todo, as forças ativas do Reino Unido contabilizaram 178 mil soldados em 2010, colocando o país na 28ª posição no ranking global de 161 países com dados disponíveis. Outros países europeus, como a Alemanha e a França, mantêm um número muito maior de soldados – 251 mil e 238 mil, respectivamente – em atividade.

Em números absolutos, países ricos e populosos como os Estados Unidos, a China e a Índia mantêm os maiores exércitos. Países com histórico de guerras (Irã, Vietnã) ou que estão situados em regiões de conflitos como o Oriente Médio também estão em posições altas no ranking. O país mais militarizado do mundo é a Coreia do Norte, onde há 49 militares para cada mil cidadãos.




sexta-feira, 22 de julho de 2011

A herança banguela (série Casos Policiais)




Descobriram que a defunta estava sem a dentadura superior. Furtaram a dentadura da falecida... E então uma irmã acusou a outra pelo crime praticado contra a sua mãe, ou melhor, contra a defunta.
18/07/2011 - 08:33
De uma comunidade paupérrima do município de Barra dos Coqueiros no final dos anos 80, época em que por dois anos estive como Delegado Titular da Delegacia de Polícia local, então apareceu um fato policial inusitado, cômico, e até certo ponto comprovante do que vem a ser a ignorância total e a pobreza absoluta vivida pelo ser humano dentro de um país rico como é o Brasil.
Há alguns quilômetros da cidade sede daquele município, mais de perto às margens do rio Japaratuba que faz divisa com o vizinho município de Pirambu localiza-se uma pequena faixa de terra que era então conhecida por Ilha do Rato onde na época existiam várias casas de taipa, madeira e palhas de coqueiros, construídas à beira do rio ou em meio ao manguezal ali existente.
Ali naquele pedaço de terra em que lutavam o homem com o caranguejo por um melhor espaço, uma senhora havia falecido de morte natural e então os seus três filhos, demais familiares e outros moradores da Ilha do Rato, trouxeram o corpo em cortejo fúnebre acompanhado por várias carroças para que fosse enterrado no cemitério da cidade sede do município.
Entretanto, no trajeto descobriram que a defunta estava sem a dentadura superior. Furtaram a dentadura da falecida... E então uma irmã acusou a outra pelo crime praticado contra a sua mãe, ou melhor, contra a defunta.
Depois do verdadeiro “barraco” em que as duas irmãs praticaram agressões físicas e morais mutuamente em público já na cidade, o caso foi levado por populares para resolução da Polícia e enquanto isso a defunta “aguardava” na porta do cemitério ao relento no sol escaldante dentro de um caixão improvisado sem tampa, a minha decisão para a estranha contenda.
- Foi ela doutor... Foi essa cachorra que roubou a dentadura da minha mãe... Ninguém tinha notado isso porque a minha mãe estava com a boca fechada, mas com o balanço da carroça a boca dela se abriu e então eu vi que ela estava sem a dentadura... Só pode ter sido ela... Eu notei que quando a gente saiu de casa a minha mãe estava com a dentadura e foi ela quem veio também na mesma carroça... Essa miserável também não ficou satisfeita com a divisão da herança e por isso ela roubou a dentadura que minha mãe ganhou na eleição passada...
Lembrei-me da história que o povo contava que certo candidato em campanha política chegava aos povoados daquele município com uma bacia cheia de dentaduras e as pessoas desdentadas saiam experimentando uma por uma para ver a que melhor lhe servia... E então para acalmar os animus acirrado das duas irmãs, puxei conversa e perguntei curioso sobre a tal herança:
- Eu fiquei com três vestidos, duas saias, duas calças, quatro blusas, um sapato, duas toalhas, uma chinela, o lampião a gás, um pote, quatro copos e dois pratos com os talheres que eram da minha mãe, e ela ficou com três blusas, uma chinela, três lençóis, uma rede de dormir, um jereré de pescar siri, uma moringa, o pinico pra mijar de noite e três panelas, mas aí ela queria mais e terminou roubando a dentadura da minha mãe...
- Sim, mas pra que é que ela ia querer a dentadura da sua mãe?...
- Não ta vendo não doutor que ela também é banguela?... Arrancou os dentes dia desses que já estavam todo podres...
- Você esta querendo me dizer que ela furtou a dentadura da sua mãe para uso próprio?...
- Só pode ser doutor... Essa miserável é capaz de tudo... É uma unha-de-fome e só quer levar vantagem em tudo...
E então depois da acusação dei a palavra para a defesa, falando para confundir a cabeça da suspeita:
- Bom, agora chegou a hora de você falar... Se for verdade a acusação da sua irmã você negue e se for mentira você diga que é verdade...
- É mentira dela doutor, eu não roubei nada não... Ela está inventando tudo isso para que o senhor me prenda e ela fique com a herança só pra ela...
- Ta vendo que você é culpada?... Se eu mandar revista-la você vai ser desmascarada, mas vamos fazer o seguinte para resolver o problema agora mesmo: Eu dou a minha palavra que não vou mandar prende-la, mas quero que você seja sincera e fale somente a verdade que é para a gente tentar fazer um acordo e terminar esse caso da melhor maneira possível... Você devolve a dentadura para a boca da sua mãe e eu  prometo também que vou pedir ao Prefeito da cidade uma dentadura novinha para você...
Ela pensou um pouco, olhou sério nos meus olhos e decidiu pelo melhor:
- Promete mesmo doutor?...
- Palavra de Delegado!...
- Fui eu mesma quem tirou a dentadura dela doutor... Ela não ia precisar mais mesmo... Eu ia lavar bem lavada e experimentar pra ver se dava em minha boca e dizer pra todos que tinha ganhado de um politico... Mas aí o senhor que é um homem bom já me prometeu uma nova e então vou colocar a dentadura de volta na boca dela que é pra ela ficar mais bonita quando for se apresentar a São Pedro...
De imediato levantou o vestido e tirou de dentro da calcinha uma nojenta e encardida dentadura. Naquele momento dei uma gargalhada, daí telefonei para o Prefeito que concordou em mandar fazer uma dentadura para a pobre coitada, e então finalizei o caso aconselhando:
- Esqueçam o que aconteceu, pois o caso já está resolvido. Não quero mais briga. Reúnam o pessoal que está aí fora e vá todo mundo logo para o cemitério enterrar a mãe de vocês que já deve estar torrada nesse sol quente.
  Archimedes Marques (Delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública pela UFS) – archimedesmarques@infonet.com.br  - archimedes-marques@bol.com.br

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Vigia de rua não é vigilante

Embora a Polícia Civil do Estado de São Paulo esteja cadastrando vigias de rua nos bairros da capital paulista que atuam inclusive nas áreas mais nobres, desde o mês de fevereiro, o Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp) faz um alerta à população: vigia de rua não é vigilante profissional e muitas vezes pode contribuir com a criminalidade.

“Nós, do Sesvesp não concordamos com a posição da Polícia Civil em cadastrar vigias de rua. A atividade de segurança privada no país é regulamentada por uma lei e o sindicato entende que, embora esses vigias precisem ter ocupação e renda, o serviço prestado por eles contraria toda a normativa da legislação em vigor. Não tendo um empregador ou uma empresa que os abrigue, esses vigias não têm treinamento adequado, seguridade social, fundo de garantia, salário definido ou responsabilidade civil para exercer essa atividade. Portanto, nós entendemos que, ainda que venha a ser amparada pela Polícia Civil, ou por outros organismos de polícia, vigia prestando serviço de segurança privada é uma atividade, além de ilegal, incompetente”, esclarece o vice-presidente do Sesvesp, João Palhuca.

“Vigilante autônomo”: não existe. Essa função, uma vez que o profissional de segurança deve estar registrado numa empresa especializada (ou com segurança orgânica), possuir o Certificado de Conclusão do Curso de Formação de Vigilantes, devidamente registrado na Polícia Federal e a CNV - Carteira Nacional do Vigilante para exercer a atividade.

Vigia: geralmente essa denominação é usada pelas Prefeituras Municipais para nominar suas Guardas Municipais. Fora deste contexto, embora o Código Brasileiro de Ocupações defina o termo vigia como o responsável pela guarda do patrimônio e por exercer a vigilância, essas funções podem ser exercidas, segundo a Lei 7102/83, apenas por vigilantes, profissionais que foram formados por curso específico e que são identificados pela CNV - Carteira Nacional dos Vigilantes.

“Segurança efetuada por policias civis e militares”: É proibida a prestação de serviços de vigilância/segurança efetuada por Policiais Civis e/ou Militares.

Como contratar serviços de segurança privada?

A terceirização, especialmente no que diz respeito aos serviços de segurança privada, tem aumentado significativamente desde que as empresas perceberam os benefícios de tal opção. Porém, se essa contratação não for realizada com critério na escolha de empresas idôneas, essa excelente solução pode se transformar num pesadelo e trazer sérias complicações e aborrecimentos ao contratante.

Dessa forma, antes de contratar quaisquer serviços de segurança de pessoas, defesa do patrimônio e escolta de cargas ou de valores, verifique junto ao sindicato patronal se a empresa que pretende executá-los está realmente habilitada para tanto. Saiba também que o Departamento de Polícia Federal poderá prestar informações quanto à situação de regularidade das empresas.

No mercado de segurança privada, é muito comum a contratação de empresas não regulamentadas. Essas empresas, conhecidas como “clandestinas”, não cumprem os requisitos exigidos pela Lei 7102/83, contratam vigilantes sem nenhum critério, não se preocupando em checar a origem do indivíduo, seus antecedentes criminais e sem exigir o Curso de Formação de Vigilantes e a Carteira Nacional de Vigilante – CNV, expedida pelo Ministério da Justiça.

Combate às Empresas “Clandestinas”

O SESVESP tem como objetivo divulgar à sociedade em geral, em especial no Estado de São Paulo, que empresas do setor de segurança privada, segurança eletrônica, serviços de escolta e cursos de formação possuem condições de prestar bons serviços.

Por isso, instituiu o CERTIFICADO DE REGULARIDADE EM SEGURANÇA - CRS, que garante que a prestadora é socialmente responsável, respeita o piso salarial da categoria e possui situação regularizada em órgãos públicos.

Atesta, ainda, que possui vigilantes treinados e periodicamente reciclados em cursos de formação legalmente reconhecidos e aprovados pelo Ministério da Justiça.

O CRS, por isso, ajuda a combater as empresas clandestinas, que funcionam de forma irregular e não atendem à legislação vigente. Dentre os objetivos do CRS - Certificado de Regularidade em Segurança, destacam-se:

Denúncias

Para denunciar serviços irregulares de segurança e vigilância, basta entrar em contato com as DELESPs - Delegacias de Controle da Segurança Privada de São Paulo, ou nas Comissões de Vistoria da Polícia Federal. O SESVESP também recebe as denúncias e as encaminha ao DPF. Para isso, disponibiliza um formulário que pode ser encontrado no site www.sesvesp.com.br, onde também é possível pesquisar as empresas que tiveram seus alvarás cancelados (Contrate com segurança/ alvarás cancelados).


sábado, 16 de julho de 2011

Segurança Internacional: Armas de destruição em massa representam um desafio sério para a paz e a segurança internacional

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Um inspetor de armas da ONU usa um monitor de ar químico para detectar vazamento de um CS-cheia, morteiro de 120mm, Fallujah, 15 de abril de 1992. (UN Photo / H Arvidsson)
Um inspetor de armas da ONU usa um monitor de ar químico para detectar vazamento de um CS-cheia, morteiro de 120mm, Fallujah, 15 de abril de 1992. (UN Photo / H Arvidsson)
Armas de destruição em massa representam um desafio sério para a paz e a segurança no mundo. Parar sua proliferação requer uma resposta coordenada e uma abrangência a nível internacional. A Segurança das Nações Unidas, Resolução do Conselho (CSNU) 1540, exige que todos os Estados devem contribuir para a criação das estruturas necessárias para impedir a proliferação de armas nucleares, químicas e biológicas, incluindo os seus meios de distribuição.

O Fórum de Segurança da OSCE, a Cooperação e o Escritório das Nações Unidas para Assuntos de Desarmamento realizou um workshop em Viena em 27-28 de janeiro 2011 sobre a implementação da Resolução 1540 na área da OSCE, procurando a melhor forma da OSCE de promover o diálogo e a co -operação no regime de não-proliferação internacional.


"Como a organização de segurança mais inclusivo e abrangente dentro de sua região, a OSCE está bem colocado para fazer valer a contribuição para uma expansão do regime internacional de não proliferação", disse o presidente do Conselho Permanente da OSCE, o embaixador Renatas Norkus da Lituânia.

Johann Paschalis falou da dimensão do desafio em nome da Comissão 1540 do Conselho de Segurança da ONU: "As medidas vão desde a legislação para a aplicação da lei, de controles internos, a regional e a cooperação internacional, de medidas para resolver o problema e seguro ADM materiais relacionados com o controle das exportações de fronteira, e de transbordo, de criação e implementação apropriada de sanções penais e civis, à interação com outros Governos e trabalhando internamente com a indústria e o público ".

Na oficina, representantes de governos, indústria, academia e ONGs de toda a região da OSCE procurará apresentar as melhores práticas e respostas para o problema da proliferação das armas de destruição em massa.


Por: De-segurança.com.br   
Friday, 15 July 2011 23:24

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Blindagem - Caminhões com blindagem viram ótimo negócio

 
Número quase dobrou na comparação do segundo semestre de 2010 com o primeiro deste ano.
 
Cerca de 400 carros-fortes fabricados por ano e 150 caminhões blindados só neste primeiro semestre de 2011. Estes são alguns números que mostram o bom momento do mercado em que atua há pelo menos duas décadas a Auto Life Blindagens, empresa instalada no Jardim Promeca, em Várzea Paulista, desde 2009. 

A empresa funcionou durante muitos anos em Cajamar, mas mudou para Várzea pela facilidade principalmente de contratação de mão de obra.

“Jundiaí é uma das melhores cidades de São Paulo e está puxando o desenvolvimento da região”, afirma Marcio Vita, um dos três sócios-diretores, contando que atualmente são 150 funcionários. 

A história da Auto Life é de empreendedorismo. Tudo começou com uma oficina mecânica, a blindagem foi consequência, impulsionada pela demanda de mercado e, em 2000, foram dados os primeiros passos como indústria de veículos especializados para o transporte de valores. Segundo Marcio, 90% da produção anual é exportada para países da América do Sul e África. 

O processo produtivo é completo, da serralheria à pintura e acabamento.

No segmento de blindagem, os números também são positivos, embora influenciados pelos índices crescentes da violência em todas as regiões do país, inclusive na de Jundiaí, que se transformou em um dos principais corredores de roubo de cargas. 

“Neste primeiro semestre o que aumentou muito foi a blindagem de caminhões. Fazemos tanto da cabine quanto do baú”, salienta. 

Segundo ele, no segundo semestre de 2010 foram blindados 80 caminhões. Já no primeiro semestre deste ano o número quase dobrou, subiu para 150. 

Nas cabines de caminhões, são blindados do vidro ao piso e, em baús, ocorre a instalação de um tipo de grade, que é revestida por aço e, para o acabamento, há a instalação, inclusive, de portas de aço para que as mercadorias não fiquem expostas no momento da descarga. “É tipo uma porta de cofre que garante ainda mais segurança”, afirma. 


Estratégia

A Foton é um investimento do mesmo grupo de empresários que está à frente da Auto Life Blindagens. “Queríamos expandir nossa atuação e soubemos que a Foton tinha interesse no mercado brasileiro. Assim começaram as negociações”, explica Márcio Vita. Foram dois anos e meio de estudos sobre a viabilidade da parceria. 


40 É o número de empregos que será gerado, num primeiro momento, quando a Foton começar as operações em Várzea. Hoje, a distribuidora do grupo na região conta com 20 funcionários.

Foton investe R$ 10 milhões para atuar na região de Jundiaí

Entre instalação e compra de peças para montar um estoque inicial, os empresários que trazem para Várzea Paulista um centro de distribuição da líder de vendas de caminhões de pequeno porte na China, a Foton, já investiram R$ 10 milhões no negócio. E, de acordo com o planejamento estratégico, o montante deve chegar aos R$ 40 milhões no primeiro ano de funcionamento. 

Os valores são altos, mas devem ser recuperados rapidamente segundo o atual cenário do mercado neste segmento. “Vamos trabalhar com caminhões de 3 a 9 toneladas. Essa é uma fatia do mercado que está com uma demanda muito boa”, diz Márcio Vita, também sócio diretor da empresa no Brasil. Segundo ele, o prazo para a entrega de um caminhão novo deste porte no país gira em torno de 120 dias. “Não pretendemos ser líderes de mercado porque o Brasil conta com empresas tradicionais, há mais de 70 anos em atuação. Mas vamos suprir a demanda que existe com um produto que tem qualidade para ter boa aceitação”, ressalta. 

Pelo menos 80 pontos de venda da Foton devem ser inaugurados em diversas regiões brasileiras nos próximos cinco anos. O primeiro será na capital paulista e a previsão é que esteja em funcionamento na última semana de outubro, após o lançamento oficial da entrada da montadora chinesa no Brasil, que irá ocorrer durante a Fenatran (Salão Internacional do Transporte) na capital paulista de 24 a 28 de outubro. 

“Os pontos estratégicos serão definidos a partir do momento que começarem as vendas, pois só aí conseguiremos analisar em quais regiões do país a aceitação será melhor”, explica Márcio. Um desafio, segundo ele, é o fato de os caminhões da Foton exigirem um diesel mais puro do que o comercializado atualmente no país. “A promessa do governo é que esse diesel chegue em janeiro de 2012”, explica o empresário. Os motores dos caminhões chineses são modelo Euro 4 e Euro 5.


Fonte: Rede Bom Dia

terça-feira, 12 de julho de 2011

Monitoramento - Câmeras tomam lugar dos vigilantes em escolas de Manaus




No lugar de dois vigilantes por turno em cada escola, um sistema de câmeras monitorado por um único profissional, dentro de uma sala promete garantir a segurança. Dois mil profissionais devem ser demitidos por conta de novo sistema.

Aproximadamente dois mil vigilantes que atuavam em 480 escolas da rede municipal de ensino correm o risco serem demitidos. Os vigilantes são funcionários de empresas terceirizadas e foram retirados das escolas, nas quais prestavam serviços, desde a última quinta-feira, 30, quando os contratos entre a Prefeitura de Manaus e as empresas Visam (Vigilância e Segurança da Amazônia) e SERV SAN (Vigilância e Transporte de Valores Ltda) venceram.

Pelo menos, metade dos vigilantes nessa situação já está cumprindo aviso prévio, segundo informou o vigilante e presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Valderli Bernardo. Ele explicou que os vigilantes são funcionários da empresa SERV SAN e devem ser demitidos nos próximos dias 18 e 19. Segundo Valderli, foram os próprios trabalhadores que o procuraram, na última semana, para relatar a demissão. 

De acordo com o presidente da CTB, a Prefeitura está substituindo a mão-de-obra humana por um sistema de monitoramento de câmeras. Ele afirma que além de ser um erro grave na segurança, manter apenas o sistema, é uma afronta à sociedade. Vanderli explica que a ausência de vigilantes nas escolas favorecerá a ação de roubos, furtos e depredações contra o patrimônio público, além de colocar em risco funcionários, alunos e professores.

“Com a falta de vigilantes qualquer pessoa poderá entrar e sair das escolas, até as que queiram fazer algum mal, como ocorreu no bairro de Realengo, no Rio de Janeiro quando Wellington Menezes de Oliveira, 24, entrou na Escola municipal Tasso da Silveira e atirou contra os alunos. Treze estudantes foram atingidos e 11 morreram”, exemplificou.

A escola do Rio de Janeiro também tinha um sistema de segurança semelhante ao que a Prefeitura está implantando, mas não isso não impediu que o atirador entrasse e matasse as crianças. “Não tinha nenhum vigilante para impedir o atirador de caminhar na escola escolhendo as vítimas. Em Manaus vão abrir espaço para o mesmo?”, questiona, completando que o sistema é uma ferramenta importante que ajuda na vigilância, mas não substitui a mão-de-obra humana. “A câmera não faz ronda, não vê nada além do alcance dela, não percebe atitudes suspeitas, isso só o ser humano faz“, disse

Uma professora da Escola Municipal Madre Tereza de Calcutá, na Zona Leste defende a permanência dos vigilantes e destaca que alunos e professores vivem um clima de insegurança desde que os vigilantes deixaram a escola. Ela não quis se identificar, mas deixou claro que área é perigosa e exige a presença de segurança particular.


Fonte: A Crítica

Copa do Mundo - Operação de segurança para a Copa começa em Brasília


Com um terço da obra concluída, Estádio Nacional passa pela primeira vistoria anitbombas e ministro do Esporte afirma que a capital federal está credenciada para abrir o mundial de 2014.

Brasília ? O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e o ministro do Esporte, Orlando Silva, acompanharam na manhã do dia 04 de julho (segunda-feira), a primeira vistoria de segurança antibomba para a Copa do Mundo de 2014, realizada no Estádio Nacional de Brasília. O ministro se impressionou com a evolução da obra e parabenizou o Governo do Distrito Federal pelo desempenho na preparação para o mundial.

“Fiquei particularmente muito impressionado pelo estágio da obra. O Estádio de Brasília estar com mais de um terço de sua obra executada é um resultado extraordinário e aumenta nossa confiança de que esse será um dos estádios que cumprirá plenamente o cronograma estabelecido pela Fifa”, avaliou Orlando Silva.

Em dezembro de 2012, a cidade ganhará, o país ganhará uma arena de última geração e, dessa maneira, o Brasil mostra seu compromisso com a preparação do mundial. São Paulo, Salvador e Belo Horizonte, além de Brasília, se candidataram para abrir a Copa. Brasília, na medida em que cumpre seu cronograma, se credencia fortemente para receber a abertura do mundial de 2014”, acrescentou o ministro.

A obra do Estádio Nacional de Brasília é uma das mais adiantadas do Brasil, com 33% de sua execução concluída. Atualmente, 1,9 mil operários atuam no canteiro. Os trabalhos de escavação e fundação estão em sua fase final e a construção das estruturas já foram iniciadas como, por exemplo, a base definitiva das arquibancadas e os pilares de sustentação.

Como a meta do GDF é realizar uma obra transparente, a população poderá acompanhar a evolução da construção por meio de imagens que serão transmitidas no site da Agência Brasília do GDF. Câmeras de monitoramento já estão sendo instaladas no canteiro.

O Estádio Nacional de Brasília também caminha para ser o primeiro na história a receber o certificado máximo de sustentabilidade. O selo Leed Platinum ? entregue após a conclusão da obra ? é reconhecido internacionalmente e garante que a construção é sustentável.

Atualmente, não existe nenhum estádio de futebol no mundo com o selo Platinum. A Ecoarena da capital federal já possui 87 pontos dos 100 disponíveis para se credenciar. Portanto, caso Brasília se credencie, o Estádio Nacional será o primeiro da história a ter o selo verde. O próximo a ter essa chance será a Rússia, na próxima Copa, em 2018.

“O nosso estádio já é uma realidade. O andamento ainda será acelerado, devido à estiagem e ao terceiro turno de trabalho, que começará nos próximos dias. Estamos cumprindo rigorosamente o cronograma anunciado. E é uma satisfação que uma obra dessa dimensão tenha esse acompanhamento de segurança desde o início. Vamos garantir um estádio de muita qualidade, multiuso, que será um grande centro esportivo, cultural e comercial, não só do DF, mas do Brasil”, garantiu o governador do DF.

“Estamos preocupados em garantir um mundial absolutamente seguro, em parceria com as secretarias de segurança dos 12 estados-sedes. A escolha de Brasília para essa demonstração foi uma homenagem ao Governo do Distrito Federal pelo compromisso com o cronograma, pelo andamento das obras”, finalizou Orlando Silva. O Estádio Nacional de Brasília será entregue em dezembro de 2012.

Operação antibomba- Essa primeira demonstração de segurança para a Copa de 2014, realizada no Estádio Nacional de Brasília, foi uma ação conjunta do Ministério da Justiça (MJ), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública; da Polícia Federal e do Instituto Nacional de Identificação; e da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), com as Polícias Civil e Militar, o Corpo de Bombeiros e o Instituto de Identificação da Polícia Civil.

A estratégia apresentada se dividiu em três momentos. O primeiro foi a identificação dos 1,9 mil operários que atuam na obras, a partir de dados biométricos (como impressão digital) e biográficos (dados de pessoais). Essa etapa de cadastramento, que segue normas internacionais de segurança, está prevista para durar de 30 a 45 dias e tem como objetivo controlar o acesso ao canteiro de obras para evitar incidentes que possam comprometer os eventos realizados no local.

A segunda parte diz respeito à segurança da infraestrutura, com uso de cães treinados para farejar explosivos. Na terceira fase, um robô detonou uma caixa de explosivos e foram apresentados outros equipamentos como tenda para conter a explosão, braço mecânico para manipular artefatos à distância, roupas anti desfragmentação e um aparelho de raio-x.
“A palavra-chave é integração. Essa ação é uma parceria do ministério com todas as cidades-sedes e segue rigorosamente os protocolos de segurança exigidos pela Fifa, com padrão internacional”, explicou o delegado José Ricardo Botelho, da Polícia Federal. De acordo com ele, não haverá divisão fixa das funções, para que as equipes trabalhem sempre em conjunto.

Botelho afirmou ainda que a meta é automatizar ao máximo os procedimentos de segurança. “Queremos o máximo de tecnologia e o mínimo de intervenção humana. Todos as medidas de segurança mostradas aqui farão parte do Plano Nacional Estratégico de Segurança, que está sendo finalizado”, acrescentou Botelho

A partir de agosto, inspeções de segurança como a realizada hoje em Brasília chegarão a outros estádios que serão usados na Copa do Mundo do Brasil.

Também estiveram presentes, o vice-governador, Tadeu Filippelli; o chefe de gabinete e secretário-executivo do Comitê Brasília 2014, Cláudio Monteiro; e a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki.


Fonte: Fator Brasil

Refletir é sempre uma media de segurança

Ninguém pode sentir-se completo, se não estiver em constante ligação com Deus, a Fonte Geradora do Bem. 

Pensa nisso e segue o rumo da vida permanente. 




Vive em Paz e transmita esta Paz!


 

domingo, 10 de julho de 2011

A estratégia da estratégia


“Ou você tem a sua estratégia própria, ou você faz parte da estratégia de alguém” é uma expressão de autoria do renomado futurista norte-americano Alvin Toffler que retrata com precisão a relação de dominação existente no mundo. Ter uma estratégia pessoal pode parecer meio sem sentido para muitos, mas trata-se da definição do propósito de vida e de como alcançá-lo. Você tem um propósito de vida, não tem? Porque se não tiver, muito provavelmente você já faz parte da estratégia alheia.
A verdade verdadeira é que a maioria equivocada das pessoas, por considerar que viver é o único e melhor propósito, passa a vida vivendo por viver. Porém, sendo este um propósito em si mesmo, os que adotam essa infeliz estratégia estão, na verdade, desperdiçando a própria vida. Que assim seja!
Contudo, a minoria que tem um propósito de vida e uma estratégia para alcançá-lo não está necessariamente em situação mais vantajosa, pois que garantia há que alcançará seus objetivos?
Assim, a realidade é que ter uma estratégia em si não tem grande importância porque até os que vivem por viver também a têm.
Voltamos então à estaca zero?
Sim, porque o simples fato de se ter uma estratégia, por mais elaborada que seja, não significa que se obterá o desejado êxito. E para provar isso basta olhar a realidade à sua volta e verificar que no mundo somente poucas são as estratégias vitoriosas.
Então, a grande pergunta é:
“O que as estratégias vitoriosas têm que as outras estratégias não têm?”
Resposta:
A “estratégia da estratégia”.
Significa que para se ter uma estratégia exitosa é necessário, evidentemente, ter uma estratégia para isso.
Confuso?
Nem tanto, porque todos imaginam haver algo, um diferencial, que conduz ao êxito, que as estratégias bem-sucedidas têm.
E há.
Para compreender, analise as estratégias de renomados personagens da história e identifique o que elas têm em comum, sob o ponto de vista estratégico, evidentemente. Uma indicação muito sugestiva é observar que a maioria dos que se tornaram bem-sucedidos elaborou sua estratégia de forma diversa e por vezes até diametralmente oposta a tudo e todos, muitas vezes contrariando o próprio consenso de sua época. Malucos? Foi o que todos pensaram. Em decorrência disso, muitos foram ridicularizados, hostilizados e até mortos. Evidentemente que, posteriormente, ao demonstrarem à humanidade todo seu acerto e conseqüente êxito, passaram a ser reconhecidos como grandes celebridades, muitos dos quais “post mortem”, infelizmente.
Ao contrário do que muitos possam supor, essas pessoas não chegaram onde chegaram por pura sorte, ou pela ação de forças ocultas. Esses vitoriosos não navegaram na escuridão, nem perambularam pela vida, aleatoriamente. Eles navegavam sim, mas orientados por uma bússola diferente de todas as outras, que lhes dava a direção e rumo certos para o sucesso.
Você quer uma bússola dessas?
Então, aprenda o que eles aprenderam a fazer – ver o futuro.
É exatamente isso. O que na verdade foi o grande diferencial estratégico desses vitoriosos, foi a capacidade que tiveram de ver o futuro. E não se trata de uma visão sensitiva, divina, ou esotérica. Trata-se de uma visão de futuro racional e lógica. Ou seja, eles não vagaram perdidos procurando encontrar o sucesso, como faz a maioria das pessoas. Eles descobriram onde ele estava e o alcançaram antes de todos. Como fizeram? Simples – vendo o futuro.
Para exemplificar, citemos apenas um caso, por ser demais representativo e atual. Afinal, trata-se de um dos homens mais ricos do mundo – Bill Gates.
A biografia de Bill Gates revela que ele é possuidor de valorosos atributos pessoais, que são fundamentais e condição necessária, mas não suficiente, para a realização de grandes empreendimentos. Pois, o diferencial de Bill Gates que lhe permitiu a construção do seu império da Microsoft foi inegavelmente a sua estratégia de ver o futuro. E Bill Gates o viu mais de uma vez, certamente. Por exemplo, quando toda a comunidade científico-empresarial apostava no desenvolvimento de hardware, Bill Gates, ainda um jovem adolescente, apostou no desenvolvimento de software, ganhando rapidamente milhões de dólares. Posteriormente, novamente, quando toda a comunidade científico-empresarial apostava no desenvolvimento de computadores de grande porte, Bill Gates, muito tranquilamente, contrariou a todos, apostou no desenvolvimento de computadores pessoais e se tornou o homem mais rico do mundo.
Não é de surpreender que Bill Gates tenha conquistado o reconhecimento mundial como visionário, fazendo todas as suas conquistas parecerem muito fáceis.
Todavia, será que você pode ver o futuro, como Bill Gates e tantos outros conseguiram?
Poder, a princípio, pode.
Mas, você sabe como?
Então, saiba que sob o ponto de vista estratégico, a “estratégia da estratégia” pode ser resumida numa palavra – Informações.
Que informações?
Todas as que forem relevantes e pertinentes para o caso em questão. Mas, dentro desse universo, há um tipo de informação que representa a essência de “estratégia de estratégia”, e que obviamente, é de dificílima obtenção.
Trata-se da informação, crucial, relevante e pertinente, que todos querem, mas ninguém tem. E essa informação você terá que “descobrir”.
É graças à obtenção dessa informação “privilegiada” que permitiu a Bill Gates e a outros vitoriosos verem o futuro. Portanto, eles não adivinharam o futuro – eles já, antecipadamente, o conheciam.
Como fazer para obter essa informação “privilegiada”?
Bem, como foi dito anteriormente, essa expertise “privilegiada” você terá que “descobrir”, pois quem realmente a detém dificilmente irá te ensinar.

Artigo de André Soares - 10/11/2010.
 

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quinta-feira, 7 de julho de 2011

CURSO INTERNACIONAL"ALTA GERÊNCIA DO SISTEMA DE SEGURANÇA EMPRESARIAL"


 

CURSO INTERNACIONAL"ALTA GERÊNCIA DO SISTEMA DE SEGURANÇA EMPRESARIAL"

PRESENCIAL
 SALVADOR-BAHIA



CEAS-BRASIL e FALCUDADE FACEL
CONVIDAM AO
I CURSO INTERNACIONAL
"ALTA GERÊNCIA DO SISTEMA DE SEGURANÇA EMPRESARIAL"
Curso de Extensão/Livre

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Clandestinidade gera insegurança

 



Clandestinidade gera insegurança

Presidente do SINDESP/DF ressalta os cuidados que se deve ter ao contratar serviços de segurança privada
Brasília, 6 de julho de 2011 – A clandestinidade na segurança privada tem trazido muitos problemas aos consumidores do Distrito Federal. Com o intuito de economizar, muitas pessoas acabam sendo seduzidas a contratar serviços irregulares, o que pode trazer resultados completamente opostos ao pretendido.

A segurança privada é uma atividade que trata de medidas de proteção para corporações ou indivíduos nos limites permitidos pela legislação que rege o assunto. Essa atividade é autorizada, controlada e fiscalizada pelo Ministério da Justiça, através do Departamento de Polícia Federal, e abrange a vigilância patrimonial, o transporte de valores, a escolta armada e desarmada, a segurança pessoa e os cursos de formação.

Seja para residências, empresas ou comércios, a contratação de serviços de segurança privada deve seguir à risca as normas e regras estabelecidas pela legislação. “É importante também pesquisar o histórico da empresa, sua estrutura, há quanto tempo atua no mercado e a qualidade dos serviços oferecidos e já prestados. As empresas devem estar dispostas a apresentar documentos que comprovem sua regularidade, como o alvará de funcionamento, a Portaria que renova essa autorização de funcionamento, o certificado de segurança e a reciclagem bianual dos vigilantes, dentre outros”, afirma o presidente do SINDESP/DF, Irenaldo Lima.

O cliente deve agir com cautela ao escolher a prestadora de serviço, já que nas empresas clandestinas não há qualquer garantia do trabalho realizado pelos seus funcionários, nem seus antecedentes criminais, ou sua formação. Muitas empresas contratam pessoas inabilitadas para tal serviço e de idoneidade duvidosa. “Essas pessoas acabam tendo acesso a informações, bens e valores do consumidor, podendo causar problemas de ordem criminal”, alerta Irenaldo.

Dessa forma, quem contrata uma empresa clandestina por um custo expressivamente menor, acaba tendo muitos prejuízos. “Portanto, desconfie de propostas e orçamentos que estejam muito abaixo do valor de mercado”, finaliza o presidente.

ASSESSORIA DE IMPRENSA – SINDESP/DF
Proativa Comunicação

terça-feira, 5 de julho de 2011

Uniformes - Aprovada restrição à venda de uniformes



A comercialização de uniformes das Forças Armadas, dos órgãos de segurança pública, das guardas municipais e das empresas de segurança privada poderá passar a ser restrita a entidades credenciadas. A medida consta do PLS 132/2011, aprovado ontem pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa.

 O projeto, de autoria do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), estabelece que o credenciamento dos estabelecimentos para venda dos uniformes estará a cargo das Forças Armadas e dos órgãos policiais, sendo responsabilidade da Polícia Federal o credenciamento para fardamento usado por empresas de segurança privada.

De acordo com o autor, o projeto visa inibir a ocorrência de crimes praticados por criminosos vestidos com uniformes oficiais ou de empresas de segurança privada, o que aumenta a vulnerabilidade das vítimas.
O relator, senador Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), apresentou emenda para contemplar sugestão apresentada por Blairo Maggi (PR-MT) no sentido de vedar a utilização, pelas empresas de segurança privada, de distintivos, insígnias ou emblemas que possam ser confundidos com os das Forças Armadas e dos órgãos de segurança pública.


Fonte: Correio do Estado