segunda-feira, 31 de maio de 2010

Cratera em Guatemala




Vista aérea de uma enorme cratera causada por um deslizamento de terra na Cidade da Guatemala. A violenta tempestade tropical Agatha já causou a morte de mais de 100 pessoas em diversos países da América Central.


Fonte: uol.com.br

Câmera de vídeo instalada em banheiro masculino provoca indenização de R$ 20 mil





Nem R$ 5 mil, como decidiu o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (SP-Campinas), nem R$ 45 mil, como queriam os trabalhadores vítimas da câmera indiscreta. A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho entendeu que o valor da indenização por danos morais, devida a cada trabalhador filmado usando o banheiro masculino nas instalações da Guarda Municipal de Americana (GAMA), deveria ser de R$ 20 mil, como havia sentenciado inicialmente a Vara do Trabalho.

A Guarda Municipal de Americana pretendia, ao instalar a câmera, garantir a integridade física dos empregados, em decorrência de diversos ataques da facção criminosa PCC. Para o ministro Maurício Godinho Delgado, que atuou como relator do recurso de revista no TST , a empregadora "deveria ter atuado preventivamente, adotando um sistema de segurança na portaria, impedindo eventual acesso dos criminosos à parte interna da corporação policial".

Os trabalhadores pleitearam na Justiça do Trabalho uma indenização por danos morais. Na primeira instância, o pedido foi deferido e o valor foi arbitrado em R$ 20 mil. Ao julgar o recurso da GAMA, o TRT de Campinas reduziu o valor da condenação para R$5 mil, com o fundamento de que a sanção deve ser suficiente para reparar o dano e atingir a sua finalidade educativa.

O TRT considerou, para isso, alguns pontos, tais como: tratar-se a empregadora de entidade pública; não houve divulgação de imagens; após descoberta, a câmera foi logo retirada; o constrangimento foi passageiro, e não repercutiu de forma mais grave na vida das vítimas; inúmeros trabalhadores foram atingidos pela conduta irregular e reclamaram judicialmente a indenização.

Ao examinar o recurso, o ministro Godinho Delgado entendeu que se deve atentar, no caso, para a gravidade da conduta, o tipo do bem jurídico tutelado - honra, intimidade, vida privada - e a repercussão do ato no mundo exterior. O ministro levou em consideração o registro do Tribunal Regional acerca de comentários dentro da corporação e o inevitável vazamento da notícia. Diante dessas considerações, o relator do recurso verificou ser "inegável que os obreiros tiveram sua privacidade invadida, com violação do direito à intimidade".

Ao apresentar seu voto no sentido de restabelecer a sentença, o ministro Maurício destacou que " instalação de câmera em banheiro acarreta para o usuário um forte constrangimento, com um considerável sentimento de humilhação, motivo por que se considera que o valor de R$20 mil, arbitrado pelo juízo de primeiro grau, é compatível com a dimensão do dano sofrido pelos trabalhadores, não se justificando seja reduzido". Por maioria, sendo voto vencido o ministro Aloysio Corrêa da Veiga, a Sexta Turma conheceu do recurso de revista em relação ao tema danos morais, por violação ao artigo 5º, V e X, da Constituição, e, no mérito, deu-lhe provimento para restabelecer a sentença no que se refere ao valor - R$20.000,00 para cada reclamante.

Processo (RR - 70140-55.2007.5.15.0007)

Fonte: TST


( Monitoramento de imagens em locais abertos ou fechados requer antes de tudo muita cautela e informação,mas , fica o exemplo para que tenhamos mais cuidado quanto ao temae na dúvida: pergunte ao consultor.

Elder dos Anjos

DELEGADO DE CAMAÇARI JÁ PRENDEU SEU ALGOZ


Foto: Agecom

Rinaldo já fora preso pelo delegado Cleyton Leão

Há pouco tempo, o delegado o delegado Cleyton Leão Chaves, que era titular da 18ª Delegacia de Polícia de Camaçari, e foi assassinado na quarta-feira (26), já prendera um dos três criminosos que, de acordo com as investigações da polícia, tinham o objetivo de roubar seu veículo. Trata-se de Rinaldo Valença de Lima, que confessou a autoria dos disparos. Ele foi solto mediante habeas corpus, requerido pelo advogado e vereador Jorge Curvello (DEM). Sendo assim, não está afastada a possibilidade de o assaltante ter reconhecido o delegado na hora do crime, e por isso ter efetuado o disparo.

(Ricardo Luzbe)
www.bahianoticias.com.br


Esperamos que o advogado vereador tenha a mesma agilidade para defender os interesses do cidadão comum aquele que não comete crimes, mas é desprezado por políticos assim. Elder dos Anjos.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

OUÇA O MOMENTO EM QUE DELEGADO É MORTO NA CIDADE DE CAMAÇARI BAHIA

OUÇA O MOMENTO EM QUE DELEGADO É MORTO
12:37:01


O Bahia Notícias conseguiu com exclusividade o áudio da entrevista do delegado titular da 18ª Delegacia de Camaçari, Cleyton Leão, morto durante uma entrevista à rádio Líder FM local (ver nota). Na conversa com o radialista Marco Antônio, cedida pela empresa Midia Clip, o policial negava exatamente que a violência assola a cidade. Ouça o momento em que a reportagem foi interrompida com os disparos de arma de fogo e os gritos de desespero da sua mulher, que estava ao seu lado na hora do crime.

(Evilásio Júnior)

Ouça delegado assassinado durante entrevista

Seg. Pública - RJ: realizado Seminário de Criminologia e Segurança

Policiais civis, militares, inspetores penitenciários, guardas municipais, agentes da polícia técnica, advogados, psicólogos, sociólogos, historiadores, representantes dos conselhos comunitários de segurança, estudantes e autoridades policiais de participaram do 2º Seminário de Criminologia e Segurança Pública na Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), no Rio.



Cerca de 470 pessoas participaram do encontro, realizado pela Subsecretaria de Ensino e Programas de Prevenção da Secretaria de Estado de Segurança. na abertura do evento o professor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Alvino Augusto de Sá, falou sobre os dilemas de prioridades e paradigmas nas políticas de segurança dos cárceres e na formação dos agentes penitenciários.



Responsável pela realização do Seminário, a subsecretária de Ensino e Programas de Prevenção, Jéssica de Almeida, faz um balanço do evento e falou sobre os planos para a criação de um Fórum Nacional de Criminologia e Segurança Pública.

- Qual é o objetivo desse seminário?

A ideia é trazer uma proposta de incluir, na discussão do tema ‘segurança pública’, a ciência da criminologia, que estuda o fenômeno do crime, a pessoa do delinquente e a vítima. É uma ciência diferente das discussões penais, que são sedimentadas em cima de normas. Nós passamos a perceber, em nossa atuação na polícia, que esse saber normativo, que está nos códigos do processo penal, não dá conta dos problemas de segurança. O objetivo, então, foi trazer um outro ramo da ciência para discussão, entendendo a questão da segurança pública como multifatorial e complexa, que precisa de apoio de outros conhecimentos.

- Quais foram os principais temas abordados neste segundo seminário?

Este seminário foi dividido em três aspectos. Falamos do homem que atua na segurança pública, do fenômeno do crime, do fenômeno social e fechamos falando de políticas criminais voltadas para o combate e o enfrentamento da criminalidade. Dentro dessa perspectiva vários assuntos foram abordados: as raízes do crime; como o homem trabalha a questão da criminalidade; escolas de estudo da criminalidade, que influenciaram a criação de alguns modelos e políticas, a exemplo da Escola de Chicago, que foi matriz de inspiração da política de tolerância zero, em Nova York. Hoje, vemos um pouco dos princípios da Escola de Chicago consolidados, inlcusive, no modelo das UPPs. Abordamos, então, de que forma esses estudos têm influenciado algumas políticas. Essa é a proposta: mostrar como essas influências foram positivas e, se negativas, a partir de que momento nós podemos romper com essas estruturas e ter soluções mais criativas para esses problemas.

- Qual foi o resultado deste II Seminário de Criminologia?

O primeiro seminário foi muito bem recebido, com aproximadamente 400 pessoas. Mas concentramos toda a discussão em um único dia porque ainda não sabíamos qual seria a receptividade em relação a uma proposta tão diferente e progressista. O sucesso foi tão grande e a demanda por um outro seminário foi tamanha que, menos de seis meses depois, realizamos o segundo seminário, com uma proposta um pouco mais ousada. Trouxemos três dias de debate, com uma abertura na tarde de segunda-feira (17/05) e debates na terça-feira (18/05). O último dia (19/05) de seminário contou com painéis na parte da manhã e uma conferência de encerramento com o secretário Nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, à tarde. Dessa vez recebemos 478 pessoas, que já procuraram saber quando será o próximo. Isso mostra que nossos policiais, nossos operadores de segurança, estão muito abertos a participar, debater e discutir sobre o tema, o que revela uma vontade de conhecer novas oportunidades e modelos.

- Qual é o próximo passo?

Nós, agora, pensamos em fazer um Fórum de Criminologia e Segurança Pública que, através de uma carta de intenção, já foi aprovado pela nossa assembleia. A diferença é que, ao invés de um auditório com um tema para debate, no fórum dividimos os temas em oficinas de trabalho. Estes temas são tratados em ambientes menores, com alguns conferencistas apresentando propostas. Dentro das oficinas constroem-se sugestões de solução para alguns problemas e de políticas para enfrentamento da criminalidade. No seminário, saímos com pessoas reflexivas, transformadas a partir das palestras, pessoas que vão pensar acerca do que foi discutido. A ideia é despertar curiosidade sobre o tema. O fórum tem uma função mais executiva. Ao final, saímos de lá com documentos e com material produzido. O Fórum Nacional – que contará com a participação de outros Estados brasileiros e deve ser realizado em maio do ano que vem – já é uma nova etapa: começamos a trabalhar sobre os temas propostos.




Fonte: Comunidade Segura

TREINAMENTO: SEGURANÇA CORPORATIVA






Treinamento:Segurança Corporativa - Módulo 1

Evento destinado a profissionais que atuam diretamente na proteção de empresas.
Participe!


Carga horaria: 04 horas
Com certificação

Liderança modelo “Dunga”: razão X coração



Na semana passada o país parou para ver a tão esperada lista de convocados para a Copa do Mundo. Claro que como acontece em todas as Copas, a lista agradou alguns e desagradou a outros. Como tudo o que vemos tem sempre um conteúdo de nós próprios em nossa percepção, eu acabei por assistir a divulgação da lista e a entrevista posterior concedida pelo "nosso" técnico Dunga com os olhos de uma pessoa de Recursos Humanos, cujo olhar para o tema Liderança está sempre presente.



Dunga demonstrou bastante segurança e firmeza na leitura dos nomes, como alguém que elege companheiros de jornada. Uma jornada curta, rápida, porém bastante intensa e normalmente inesquecível.



Uma frase sua que me chamou muito a atenção foi particularmente a que ele menciona que, muitas vezes ao analisar a lista, seu coração o chamava para alguns nomes, porém sua razão o fez optar por outros. Essa, para mim, foi a frase-chave para a reflexão que se segue. Essa dualidade razão-emoção está presente no dia-a-dia de qualquer pessoa que lidera outras pessoas. E como ela é difícil!



Com o passar dos tempos nos apegamos àqueles que trabalham conosco, passamos a gostar dessas pessoas, do que elas são em sua essência. Porém, muitas vezes, isso nos cega para enxergar o que elas são verdadeiramente como profissionais. Quantos líderes, ao tomar uma decisão, se deixam levar por seu coração e acabam por decidir erroneamente para a organização. Muitas vezes, ou melhor, na maioria das vezes essa tomada de decisão é completamente inconsciente e prejudica o negócio em pró da relação ou em pró da amizade ali estabelecida.



Mas qual é a conduta correta? Beneficiar a organização e colocar em risco a amizade ou o beneficiar a amizade e colocar em risco o próprio emprego ou a própria reputação? Creio que a melhor conduta, no ambiente profissional, seja a primeira opção. Porém, o que a maioria dos líderes não sabe, até porque não tem consciência do seu ato, é que podem falar sobre isso com a pessoa envolvida de maneira transparente. Quando nos vemos diante de uma situação como essa, temos que ter uma conversa clara e honesta com a pessoa, explicar as razões que nos levaram a tomar aquela decisão e dizer o quanto a amizade ou proximidade nada têm a ver com aquele ato.



Qualquer um poderá compreender uma atitude assim. O que as pessoas não compreendem é serem pegas de surpresa, é sentirem-se traídas por aquelas em quem mais confiavam, é receberem uma notícia ruim de forma coletiva e não privada.



Ser líder é saber comunicar a mensagem da melhor forma seja ela qual for. Sempre há uma melhor forma para aquele determinado liderado. Um bom líder conhece seus subordinados diretos a ponto de saber como falar cada assunto que precisa ser dito.



Temos tantas oportunidades de fazer as coisas da forma correta e nos momentos corretos. Pena que muitos líderes simplesmente não aproveitam essas oportunidades e acabam perdendo pessoas, gerando para as empresas custos muitas vezes quase imensuráveis de reposição, considerando treinamentos, investimentos e tempo dedicados a quem se foi.



Geralmente mais sortudos que o Dunga. Não temos o Brasil todo julgando nossas decisões, analisando cada nome de companheiro escolhido e cobrando as nossas decisões. Temos a liberdade de poder agir por nós mesmos.



Além disso, entendo que ele, Dunga, ainda teve a "tristeza" de não poder explicar em primeira mão à muitos deles o porquê não foram chamados, o que talvez ele desejasse fazer. A razão teve que prevalecer sobre o coração, tanto na escolha, como na forma de comunicar. Ainda bem que no dia-a-dia temos possibilidades diferentes para agir. Com mais liberdade e com menos audiência.



Elaine Saad - Gerente Geral da Right Management no Brasil e também coordena os projetos da empresa na América Latina. É atualmente a Vice-Presidente da Diretoria Executiva da ABRH-Nacional para a Gestão 2010-2012.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Proteção - Medo da violência faz aumentar vendas de cercas elétricas em 70%

O medo da violência deixa a população cada vez mais preocupada com a questão da segurança residencial, e na cidade essa preocupação tem causado um aumento na procura por acessórios, como alarmes, câmeras, sensores e cercas elétricas. As vendas aumentaram em média 70%, com a vantagem de que o investimento é baixo.

De acordo com o morador do bairro Laranjal, o engenheiro aposentado Antônio Luiz de Aquino, de 68 anos, depois que ele instalou uma cerca elétrica em sua residência, há dois anos, a sensação de segurança passou a ser total.

- Resolvi instalar a cerca elétrica após um assalto com a minha família dentro da casa. Apesar de o ladrão não ter roubado muita coisa, além de um celular, roupas e algum dinheiro, o susto foi grande. Após instalarmos esse sistema de segurança, nos sentimos mais seguros e não tivemos mais problemas com ladrões. É uma garantia para a família que recomendo para todos, além de não ser um investimento caro - disse.

A pedagoga e fisioterapeuta Daniele Lobo, que também mora no Laranjal, teve a sua casa furtada por um ladrão em junho de 2009, e não pensou duas vezes na hora de instalar cercas elétricas ao redor da sua residência.

- Optamos pela cerca e não tivemos nenhum problema depois, a escolha por esse sistema de segurança foi devido ao baixo custo e também porque percebi que a casa estava muito vulnerável. Fomos uma das primeiras residências a instalar esse sistema de segurança na minha rua. Depois que os vizinhos perceberam que deu certo, começaram a fazer o mesmo. Agora me sinto mais segura e, quase um ano depois, ainda não tive nenhum problema com ladrões e com a cerca - contou.

Segundo Lilian Soares de Paula, sócia proprietária de uma loja que comercializa acessórios de segurança residencial, a procura por cercas elétricas aumentou muito nos últimos dois anos.

- A cerca elétrica é o equipamento mais utilizado, devido ao grau de segurança que ela oferece, possui um dispositivo de alarme que é disparado quando o arame é cortado - disse.

É um custo baixo, em comparação com outros sistemas de segurança. Em média, o kit para uma casa de mais ou menos 20 metros quadrados de muro vai custar R$ 700 (para proteger a frente ou fundos). Pode ser colocada em muros, grades e portões, evitando colocar sobre janelas ou áreas de fácil acesso, mas sempre respeitando uma altura mínima em torno de 2,20m a 2,50m.

Uma segurança sem regulamentação municipal

De acordo com o secretário de Planejamento de Volta Redonda, Lincoln Botelho da Cunha, não existe legislação municipal e nem fiscalização sobre a comercialização de cercas elétricas na cidade.

- Apesar de achar um absurdo, pois pode colocar em risco a vida das pessoas, principalmente crianças, a nossa legislação ainda é omissa sobre isso - disse.

O vereador Carlos Roberto Paiva (PT) também desconhece qualquer legislação municipal sobre o tema.

- Em nove anos de Câmara, não me lembro de ser discutido nada a respeito de cercas elétricas nas sessões do Legislativo. Como a segurança do cidadão é um problema grande em nossa cidade, o poder público tem que ter uma visão a respeito desse tipo de comercialização e fiscalização - observou.

Também não existe legislação federal sobre o assunto

Segundo a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), não existe atualmente legislação federal que trate do assunto, quer seja proibindo ou autorizando a instalação de cercas elétricas em residências. Mas o equipamento não pode oferecer risco à integridade física dos usuários ou de quem venha a tocar nela.

De acordo com Márcio Aurélio Kozlowski, proprietário de uma loja que comercializa cercas elétricas, o choque provocado é conhecido como "choque moral", possui alta voltagem (8 mil volts) e baixa amperagem - o que é fatal é a alta amperagem. É pulsativa e não queima, também não deixa marcas e não faz com que os animais e as pessoas que nela se encostem ou segurem fiquem grudados.

Existem várias normas sobre cerca elétrica na ABNT, porém, como não existe nenhuma oficial, no Brasil, as mais utilizadas são editadas pelo Canadá e pela IEC (Comissão Eletrotécnica Internacional). Estabelece, entre outras regras, uma altura mínima de 2,20m para a instalação; o uso obrigatório de um bom aterramento; usar cabos de auto-isolação e a colocação de placas de advertências no local onde forem instaladas as cercas.

Cai o número de furtos em residências

Conforme o delegado titular da 93ª DP, Carlos Alexandre Leite, os casos de furtos em residências que estavam acontecendo no ano passado foram reduzidos, graças a operações conjuntas das polícias Civil e Militar nos bairros mais visados. Como consequência, o número de roubos tem apresentado um declínio, e atualmente tem se mantido em um nível aceitável.

- Nas operações da polícia não foi descoberta nenhuma quadrilha especializada em furtos de residências, foram apenas casos isolados de pequenos furtos, inclusive envolvendo menores. Com relação à utilização de cercas elétricas nas residências, com certeza inibe a continuação desse crime nos bairros, não vejo nada de errado, pois é mais uma forma da população se prevenir - disse.

Segundo levantamento do ISP (Instituto de Segurança Pública) do Estado do Rio de Janeiro, o número de roubos a residências na região que abrange as delegacias de Volta Redonda, Barra Mansa e Porto Real e a área do 28°BPM aumentou em 2009, se comparado aos registrados em todo o ano de 2008.

Em 2009, foram registrados pelo ISP cerca de 55 roubos a residências na região, entre janeiro a dezembro, contra 35 no mesmo período de 2008, e entre janeiro e março de 2010 foram registrados 11 roubos.




Fonte: Diário do Vale

Tecnologia - Helicóptero da polícia terá câmera que enxerga o calor do corpo


O lince é um felino, primo do gato, capaz de ver tudo em ambientes escuros. Seu nome é uma homenagem a Linceu, personagem da mitologia grega com visão perfeita, que podia enxergar através de paredes de pedra e olhar o interior da terra para encontrar tesouros enterrados. Inspirada na realidade do mundo animal e nas lendas da civilização, a Polícia Civil está investindo em tecnologia de guerra para usar o poder do lince contra os traficantes do Rio de Janeiro. São mais de R$ 7,5 milhões para ter um sistema de captura e transmissão de imagens feitas por uma câmera com sensor infravermelho, capaz de identificar um bandido no escuro pelo calor de seu corpo. Os equipamentos serão usados pelo helicóptero blindado, o caveirão do ar, do Serviço Aeropolicial (Saer) da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).

A câmera termal modelo Flir, a mesma usada pelos Estados Unidos no Iraque e no Afeganistão, tem alcance de cinco mil metros e gera imagens noturnas em alta qualidade e resolução. Suas imagens serão transmitidas para monitores dentro do helicóptero em que estiver acoplada e para outras aeronaves que estiverem participando da ação. Também chegarão a receptores no solo, que podem estar em carros ou base montada em alguma unidade policial. A empresa que venceu a licitação, concluída em pregão eletrônico no último dia 10, foi a Aeroservice Ltda., de Belo Horizonte, Minas Gerais, mas a instalação será feita pela Aeromot Aeronaves e Motores S. A., de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, que pertence ao mesmo grupo.

— É um investimento ousado, de primeiro mundo, que vai permitir à polícia fazer operações aéreas noturnas com a mesma precisão das ações que ocorrem durante o dia — afirmou João Cláudio Jotz, engenheiro mecânico e elétrico responsável pelo projeto da supercâmera.

Para possibilitar a transmissão, foi firmado outro contrato, no dia 11, com a empresa Ibitec Comércio e Serviços de Telecomunicações Ltda, de São Paulo, que vai receber R$ 6.618.389 pelas máquinas dos subsistemas de captação, que vão receber as imagens. Em 16 de abril, a polícia comprou ainda dois equipamentos de vídeo com controle à distância, sem fio, para atender às necessidades do Saer. A vencedora da licitação, com o valor de R$ 7.633, foi a Mago Comercial Ltda. - ME, da Ararangua, Santa Catarina.

Além do sistema de transmissão, a Core vai receber 20 rádios aeronáuticos, comprados por R$ 18 mil da Vitec 2005 Comércio Instalações de Equipamentos Industriais, de Ramos, na Zona Norte do Rio. Até o fim deste mês, será concluída a licitação 3047579, que entregará à unidade de elite da Polícia Civil 200 placas de proteção balística nível III, que são colocadas nos coletes e suportam até tiro de fuzil. Esses protetores devem ser feitos de polietileno — plástico ultraresistente — ou dyneema — considerada a fibra mais forte do mundo, ter forração mínima de 72 camadas, peso máximo de 1,6 kg e curvatura peitoral.

Fonte: Extra On-line

domingo, 23 de maio de 2010

Crianças x internet, acessando o perigo! Parte 2


O tema em que abordamos: Crianças x internet,acessando o perigo! começa a despertar a atenção de muita famílias, escolas e alguns segmentos da sociedade. Isso poderia ser já uma grande vitória, mas infelizmente, essas pessoas só começam a despertar-se devido algum infortúnio ocorrido com os seus. O importante é que tais pessoas mesmo contando suas experiências nada agradáveis começam a incentivar outras à prevenção.
Compreendendo um pouco mais sobre o tema colhemos algumas informações do “Plano de ação para utilização segura da internet”( programa financiando pela comissão européia desde 1999) que destacou em entre outros os “3C’s” conteúdo , contato e comércio apontados como as maiores ameaças à segurança online de criança e adolescentes.

1. Conteúdos A maioria dos conteúdos postados na web são de caráter ofensivos, pornográficos e ilegais. Conteúdos impróprios, pornografia infantil, ódio, racismo e outros ideais extremistas, estão livremente circulando pela net e o pior ao alcance de todos principalmente dos mais desavisados. Tais conteúdos além de serem prejudiciais ao desenvolvimento da criança, podem ofender a padrões de valores em que os pais educam seus filhos.

2. Contatos A possibilidade real de contatos entre criança e “amigos virtuais” estão se tornando cada vez mais intensa e perigosa. Pessoas mal intencionadas que utilizam e-mails, salas de chat, instant messaging, fóruns, grupos de discussão, jogos online, e mais uma centena de outros meios cibernéticos para enganar e atrair crianças e jovens representam uma verdadeira ameaça à vida dos pequenos e à família.

3. Comércio As práticas publicitárias e comercias não-éticas, que com artifícios maldosos enganam usuários desatentos, crianças e adolescentes. Colhem informações que violam suas privacidades e promovem a venda direta à crianças, fazendo compras não autorizadas, como ainda efetivando outros golpes.
Em 2006 após uma nova edição do plano a uma comparação dos dados seguintes ao estudo, notou-se um rápido crescimento das ações criminosas e descoberta e novos “ modus operandi” utilizado pelos golpistas, fez-se necessário atualizar os “3C’s” para ”5C’s” .

4. Comportamentos De forma irresponsável ou compulsivo que, aliado ao uso excessivo de tecnologia sem o devido controle, estão resultando em um mal maior e que somente a longo prazo sentiremos o reflexo disto, a saber: redução da sociabilidade e do aproveitamento escolar, podendo chegar até a dependência. De fato a American Psychological Association, alerta para a possibilidade de crianças, jovens e adultos estarem se tornando psicologicamente dependentes da internet ( IAD –Internet Addicton Disorder). Estas perturbações podem chegam ainda a outras tecnologias, MP3, Ipod, Jogos online e offline, etc.

5. Copyright A violação de direitos autorais, resultante de cópia, partilha, adulteração, pirataria de conteúdos protegidos por lei, tais como programas, textos, imagens, ficheiros de áudio e vídeo, para fins particulares, comerciais ou de plágio em trabalhos escolares ou outros, podem resultar em graves problemas de natureza jurídica e até financeira.
Percebemos então que, o crescimento de tais situações em parte se da ao fato de não estarmos dispondo da atenção necessária ao tema, por isso pais eis a pergunta:

Seu filho esta seguro?
Q
ueremos ouvir sua opinião!
Na próxima semana conversaremos mais sobre o tema...

Fonte: www.miudosegurosnanet.com

sexta-feira, 21 de maio de 2010

REFLETIR VALE A PENA!


Os japoneses adoram peixea frescos.

Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar.

Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco.
E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.

Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.

Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, “como sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos.

Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.

Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?

Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?
Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram uma namorada maravilhosa, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.

Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. “O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador”.

Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema.Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo”. Os peixes são desafiados.

Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.

Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade.

Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença.
“Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar”


Fonte: Domínio Público
Adaptação: Elder dos Anjos - vale a pena refletir no tema, um ótimo final de semana!

Atenção: Não passe aperreio, Veja algumas palavras e seu significado no dialeto caipirês






Para evitar surpresas durante as festas juninas,selecionamos algumas palvras utilizadas com mais frequência nesta época e que podem lhe ajudar a entender as bricadeiras e não "avexar" e ao potno de "rolar um estress"


Caipira Granfino
Anarriê Para trás.
Arreda daqui Vai embora.
Até a tampa Algo extremamente cheio; excesso.
Avexado Com pressa.
Baita Grande.
Gaiato Engraçado.
Bucho Barriga.
Bater coxa Dançar forró.
Carniça Pessoa chata.
Chique no último Elegante demais.
Caudisquê Por causa de quê.
Chameguinho Namoro.
Chispe daqui Saia daqui.
Desembestiar Sair correndo.
D’eu De mim.
Embuchar Engravidar.
Espia Veja.
Finiquito Tremelique.
Futrica Fofoca.
Fuzuê Algazarra.
Inhaca Mau cheiro.
Inté Até breve.
Jururu Triste.
Nó! Nossa Senhora!
Parêa Comparação.
Parrudo Forte.
Pereba
Pequena ferida.
Picar a mula Ir embora.
Prosear Conversar.
Remedar Imitar algo ou alguém.
Sapecado Bêbado
Sartei de banda O mesmo que ‘estou fora’.
Sucedeu Aconteceu.
Sustança Força, vigor.
Tá de Chico Está mesntruada.
Troço Utilizado para se referir a qualquer coisa que não se sabe o nome.

Fonte> Cultura Popular
Adaptação: Elder dos Anjos

segunda-feira, 17 de maio de 2010

“Esquecer é permitir, lembrar é combater”


Aracaju, 18 de maio de 2010

“Esquecer é permitir, lembrar é combater”

Exatamente 37 anos atrás, em 18 de maio de 1973 a menina Aracelli, uma criança com quase nove anos de idade, aumentava o quadro de estatística da violência contra crianças ao mesmo tempo nos despertava para uma luta difícil e injusta.

O assassinato da menina Aracelli Cabrera Crespo, com apenas nove incompletos anos de idade, na cidade de Vitória-ES, entristeceu o país, de forma covarde e violenta foi seqüestrada, drogada,estuprada, tendo seu rosto desfigurado pelo ácido jogado, entre outras barbáries.

A história deste crime é contada por Jose Louzeiro em seu livro “Aracelli, meu amor ( 1979) e que nos trás uma série de revelações sobre a podre rede de exploração e abuso sexual infantil.

Como uma criança comum da sua idade, Aracelli, morava com os pais e com um irmão mais velho,se não fosse então o fato de que na tarde de 18 de maio de 1973, ela não retornou da escola.

Seu corpo foi encontrado somente seis dias depois e para o próprio pai um corpo irreconhecível; O envolvimento da mãe com o tráfico de drogas foi determinante para o fim de Aracelli e naquele dia havia ido levar uma “encomenda” da mãe para alguns clientes. Aracelli nunca mais voltou.

Os clientes, jovens de famílias conhecidas e tradicionais daquela época, pessoas em boa situação financeira que viviam em festinhas de embalo, onde aproveitavam para aliciar crianças. Amparados na impunidade que o dinheiro de seus pais podiam comprar. Das pessoas emprenhadas a desvendar o crime algumas foram misteriosamente mortas e outras simplesmente afastadas de suas funções e os autores ficaram livres.
Infelizmente casos como este são freqüentes no país, a menina Aracelli sucumbida pelo abuso e violência sexual infantil, nos deixou um compromisso de lutar e combater esse tipo de violência.

Então em 17 de maio de 2000 foi criada Lei 9.970 que institui o dia 18 de maio como o DIA NACIONAL DE COMBATE AO ABUSO E XPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES.

Por isso e muito mais sintamo-nos convocados a lembrar sempre do 18 de Maio aqueles que não perderam a capacidade de se indignar com todas as diversas formas de violência, aqueles que não estão indiferentes e que estão dispostos a compor a rede “contraponto” daquela da exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes, para por fim a uma das formas mais cruéis de violação de direitos humanos.

Adaptação: Elder dos Anjos,
elderanjos@gmail.com
www.pergunteaoconsultor.blogspot.com
Palestrante e Consultor em Segurança desenvolve atividades de prevenção a crimes contra crianças e adolescentes.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Treinamento:Segurança Corporativa - Módulo 1




TREINAMENTO: SEGURANÇA CORPORATIVA


Evento destinado a profissionais que atuam diretamente na proteção de empresas.
Participe!


Carga horaria: 04 horas
Com certificação


Maiores Informações: elderanjos@gmail.com

quarta-feira, 12 de maio de 2010

18/05 – Dia nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes




Oficina com educadores no Rio debate proteção a direitos da criança na Internet
MPs Federal e Estadual e ONGs SaferNet e Childhood unem-se para alertar sobre riscos na web. O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, comemorado em 18 de maio, será marcado no Rio de Janeiro por uma oficina para educadores sobre os riscos da Internet aos direitos de crianças e adolescentes. A oficina Promovendo o uso responsável e seguro da Internet é uma parceria dos Ministérios Públicos Federal e Estadual do Rio de Janeiro e das ONGs SaferNet Brasil e Childhood Brasil.

A iniciativa, dirigida a mais de 100 educadores das redes pública e particular de ensino, já ocorreu em cidades como São Paulo, Curitiba, Belém, Cuiabá e João Pessoa. Apoiada pelas Secretarias de Educação do Estado e do Município do Rio de Janeiro, a oficina baseia-se numa pesquisa sobre riscos e hábitos online feita pela SaferNet Brasil, com 514 estudantes fluminenses de 10 a 17 anos:

• 64% vão para as Lan Houses acessar a internet;
• 34,13% ficam mais de 3 horas diárias navegando na web;
• suas atividades preferidas são acessar sites de relacionamento (74,12%) e os jogos (51,56%);
• segundo 47%, os pais não impõem limites para a navegação;
• 57,2% se consideram mais habilidosos com a web do que os pais;
• 48% dizem ter mais de 30 amigos virtuais (conhecidos apenas pela Internet);
• 35,31% deles já namoraram ao menos uma vez pela web;
• 16,5% dos alunos admitem já ter publicado fotos suas íntimas na internet;
• 29,77% dos participantes têm um amigo que já sofreu cyberbullying ao menos uma vez.

Os principais riscos incluem o aliciamento online, a difusão de imagens pornográficas de crianças ou jovens (muitas geradas pelas próprias vítimas) e o cyberbullying. “É preciso que educadores e alunos conheçam os riscos e saibam se prevenir”, diz a procuradora da República Neide Cardoso de Oliveira, do MP Federal/RJ.

Anna Flora Werneck, coordenadora de programas da Childhood Brasil, concorda: “Ainda estamos aprendendo a usar a Internet com qualidade e segurança. Logo, é imprescindível que pais, educadores e responsáveis acompanhem e supervisionem regularmente o uso da Internet por crianças e adolescentes.”

“A internet é um precioso meio de pesquisa e contato da criança/adolescente com o mundo, não deve jamais ser proibida, mas usada com consciência e responsabilidade. Por isso, o Ministério Público tem feito esses tipos de oficinas, para atuar na prevenção, e não somente na repressão de eventuais crimes praticados através
da internet”, diz a promotora de Justiça Ana Lúcia Melo.

Segundo a pesquisa, o acesso à internet começa muito cedo (63,69% entre 10 e 13 anos e 26% entre 5 e 9 anos) e sem a orientação de pais e mestres (27,78% aprenderam sozinhos e 21,23% com amigos). Quase 30% nunca buscaram se aprofundar em segurança na internet e boa parte dos alunos deseja aprender isso na escola ou com os pais, mesmo que os adultos não sejam experts em Internet.

Para o psicólogo Rodrigo Nejm, diretor de prevenção da SaferNet Brasil, o mais importante na proteção online é desenvolver o senso de responsabilidade para crianças e adolescentes, já que as regras precisam estar na consciência dos alunos e não apenas nas máquinas. “O desenvolvimento de um diálogo aberto e permanente sobre os limites e os riscos, tanto com os pais quanto com os educadores, ainda é a melhor
tecnologia para garantir a segurança dos pequenos internautas”, afirma Nejm, um dos palestrantes da oficina.

Nética – Uma novidade que vai facilitar a interação dos educadores com a SaferNet é a rede social Nética , criada para fornecer gratuitamente materiais didáticos multimídia aos educadores interessados em abordar temas como ética, cidadania, sexualidade e segurança na web. A Nética permitirá compartilhar materiais educativos, vídeos, fotos, eventos, artigos e pesquisas.

Oficina Promovendo o uso responsável e seguro da Internet Terça-feira, dia 18/05, das 9h às 18h Auditório da Procuradoria da República no Rio de Janeiro (Av. Nilo Peçanha, 31/sl. 606 – Centro)

Sobre a atuação do MPF/RJ: Criado em abril de 2006 na Procuradoria da República no Rio de Janeiro, o Grupo de Combate aos Crimes de Divulgação de Pornografia Infanto Juvenil e Racismo pela Internet atua no combate a crimes contra direitos
humanos praticados pela Internet, mais especificamente a distribuição de pornografia infantil e os crimes de ódio (racismo,neonazismo, xenofobia, etc).

Sobre a atuação do MPRJ: Desde 2008, o MPRJ é signatário de um Termo de Cooperação Técnica, Científica e Operacional com a organização não-governamental SaferNet Brasil e o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br (NIC.br) − braço
executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) −, para atuar contra os crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes praticados por meio da internet no Brasil. O MPRJ foi, ainda, a primeira entidade estadual do País a
ser integrada à Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, criada pela SaferNet e operada em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), o Departamento de Polícia Federal e o Disque 100 do Governo Federal. O MPRJ atua na
investigação e repressão de crimes contra crianças e adolescentes, inclusive quando praticados com uso da internet, quando não seja de atribuição federal.

Sobre a SaferNet Brasil: A SaferNet Brasil é uma associação civil sem fins lucrativos e econômicos, sem vinculação políticopartidária,nem religiosa, nem racial. Criou a Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos (www.denuncie.org.br)que, desde 2006, oferece o serviço de recebimento, processamento, encaminhamento e acompanhamento on-line de denúncias anônimas sobre crimes ou violação aos Direitos Humanos praticados por meio da Internet. O serviço é operado em parceria com o MPF, o DPF e o Disk 100 do Governo Federal. Além do combate realiza ações educativas e campanhas de prevenção para efetivar a proteção dos Direitos Humanos online.

Sobre a Childhood Brasil: Braço brasileiro da World Childhood Foundation, criada por S. M. Rainha Silvia da Suécia, a Childhood Brasil foi fundada em 1999 e tem sede em São Paulo. Seu foco de atuação é a proteção da infância contra algumas das piores formas de violência: o abuso e a exploração sexuais. A organização apoia projetos desenvolvidos por outras ONGs em comunidades, fomentando experiências inovadoras de intervenção e contribuindo para o desenvolvimento de organizações de base. Em paralelo, desenvolve programas próprios, de abrangência regional ou nacional. São programas que informam a sociedade, capacitam diferentes profissionais, fortalecem redes de proteção, disseminam conhecimento e influenciam políticas públicas, contribuindo para transformações positivas e duradouras para a causa. Confira o relatório de atividades 2008/2009 no site www.wcf.org.br.

( VALE A PENA PENSAR NESTE TEMA: FAÇA A SUA PARTE:
"ESQUEÇER É PERMITIR, LEMBRAR É COMBATER!" - ELDER DOS ANJOS)

Gestão do Conhecimento na Segurança Corporativa

A preocupação com o conhecimento não é algo novo. Platão, Sócrates, dentre outros já se preocupavam com este tema. Porém as abordagens sobre gestão do conhecimento nas organizações iniciam-se na década de 1990, pois se percebeu a importância de se desenvolver ferramentas para tornar explícito e disponível o conhecimento existente na empresa bem como a importância da troca e compartilhamento do conhecimento das pessoas.

Assim como as empresas perceberam a importância da gestão do conhecimento para melhorar a sua performance, a segurança corporativa também tem que perceber a importância do conhecimento para que passemos de uma segurança empírica para uma segurança científica, mudança fundamental para que gozemos de credibilidade. É fundamental identificar qual é o papel do conhecimento e o seu valor para a gestão da segurança empresarial.

Quando falamos em gestão do conhecimento estamos falando do processo de criar, captar e utilizar o conhecimento para aprimorar a performance da segurança empresarial. Para este fim é necessário que esteja claro a hierarquia do conhecimento:


* Dado – Conjunto de fatos a respeito de determinado evento.
* Informação – São dados aos quais incorporamos relevância.
* Conhecimento – Conjunto de verdades, princípios e informações que orienta as ações.


Em termos do conhecimento é importante que percebamos que estamos falando de:

* Conhecimento explícito – Pode ser compartilhado e captado com a ajuda da tecnologia da informação.

* Conhecimento tácito – Conhecimento individual que evolui com a interação entre as pessoas e requer muita habilidade e prática.

* Sabedoria – Integração de todos os elementos. Ápice do conhecimento.


Para que façamos a gestão do conhecimento, na área da segurança empresarial, é necessário que alguns princípios sejam observados:

* O conhecimento se origina na mente das pessoas;
* Compartilhar conhecimento exige confiança;
* A tecnologia permite novos comportamentos em relação ao conhecimento;
* Compartilhar conhecimento deve ser encorajado e reconhecido;
* Recursos e apoio gerenciais são fundamentais;
* As iniciativas de gestão de conhecimento começam com um plano piloto;
* Medidas qualitativas e quantitativas são necessárias para avaliar as iniciativas;
* O conhecimento é criativo e deve ser estimulado a desenvolver-se de formas inesperadas.


Além dos princípios acima, os profissionais da área de segurança empresarial devem ter em mente que existem barreiras para a gestão do conhecimento, barreiras estas que precisam ser vencidas. As principais são:

* Limitação do tempo das pessoas.
* Conhecimento é poder.
* Resistência ao desconhecido.
* Falta de métodos para mensurar as contribuições.


Como afirmamos anteriormente, na gestão do conhecimento é necessário o compartilhamento. Para alcançarmos este objetivo devemos utilizar alguns caminhos: comunidades de prática, equipes virtuais e action learning groups.

É preciso também que exista uma maior aproximação das empresas prestadoras do serviço de segurança, estruturas orgânicas de segurança e profissionais do segmento das instituições de ensino superior. Não podemos esquecer um dos objetivos destas instituições é a pesquisa. Além desta vertente, é importante que o mercado de segurança diga o que espera da graduação e da especialização em segurança, pois desta forma estas instituições podem melhor formar o gestor de segurança.

Sucesso a todos!!!

*Nino Ricardo Meireles, Consultor de Segurança Empresarial, palestrante especializado em Segurança e professor universitário

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Resultdo da enquete no blog

Amigos leitores,

Durante alguns dias fizemos uma pesquisa em nosso blog, e que nos dessem condições de visualizar o nível de segurança em que os filhos estão expostos diante de uma navegação pela internet. Para nossa surpresa o resultado foi muito mais preocupante do que imaginávamos.
79% dos leitores deste blog responderam não saber o que seus filhos vêem na internet
9% disseram que não se preocupam com isso
3% disseram que eles não os deixam ver o que fazem
e 8% responderam que sabem o que seus filhos vêem internet.

Pois bem, a pesquisa revela ainda a existência de uma barreira em aceitar o fato de que, quando a crianças navegam sem a devida supervisão dos pais, ela esta 100% exposta aos perigos do mundo virtual e expõe ainda toda sua família a situações de risco. Isto tem como causa dois grandes fatores: 1º A utópica idéia de apostar na maturidade dos filhos, acreditando que eles não são capazes de fazer algo errado e a 2º A idéia de que essas coisas nunca podem acontecer dentro de nossas casas.

São duas linhas de pensamento muito perigosas pois beiram a margem de um mesmo abismo, por isso nossos esforços em continuar, em muitos casos, essa luta solitária e não valorizada, de levar adiante a informação da prevenção fazendo dela fator determinante para uma geração mais segura e menos corrompida pela violência.

Reflita seus conceitos de segurança e proteção familiar, reúna sua família, trate com seriedade do tema,mostre as causas e as conseqüências , não desista e nem perca esta luta para você mesmo.

Estamos a disposição para ajudar!

Elder dos Anjos
elderanjos@gmail.com

terça-feira, 4 de maio de 2010

Seg. Patrimonial - Pagar bico para PM também dá cadeia



O polícial que recebe dinheiro ou produto para fazer segurança comete crime de corrupção passiva. Quem paga, corrupção ativa.

O policial militar que usa a estrutura do estado para fazer serviço privado de segurança está cometendo crime. Doze deles foram expulsos da Polícia Militar desde o início do ano passado e outros 11 morreram durante essa atividade ilegal desde 2008.

Quem paga policiais por esses serviços também incorre em crime. Quem recebe se enquadra em corrupção passiva e quem paga, em corrupção ativa. Ambos estão sujeitos a pena de 2 a 12 anos de reclusão. Reportagem publicada domingo pela Gazeta do Povo revela que ao invés de prender criminosos, policiais estão disputando com eles o mercado pirata de vigilância privada.

A reportagem mostrou um empresário de Piraquara que paga dois salários mínimos a um marginal para não ser assaltado e outro de Pinhais que paga R$ 100 a policiais militares que escoltam o malote de dinheiro até o banco. Para ter rondas mais frequentes na frente do comércio, outros pagam em produtos. Em tese, não há diferença entre pagar em dinheiro e doar um lanche todos os dias para ter os policiais com mais frequência na frente da loja, avalia o promotor público Denilson Soares de Almeida, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Oferecer algo a um agente público para obter vantagem é corrupção ativa.

Segundo o promotor, há diferença entre o empresário que se sente extorquido e o que vê o ato como uma negociação. O primeiro é vítima, o segundo está cometendo crime. Nenhum dos dois precisa se submeter à extorsão. O Gaeco garante o sigilo de identidade de quem se dispuser a denunciar policiais corruptos. A Polícia Militar expulsou 12 policiais desde o início de 2009 por usarem farda, viatura, armamento e outros equipamentos da corporação para fazer serviço particular em troca de pa¬¬ga¬mento. Também subiu o nú¬¬mero de militares mortos du¬¬rante a folga, em locais e circunstâncias que se presume atividade privada. Houve duas mortes em 2008, oito no ano seguinte e uma até março último.

“Isso, além de ser ilegal, é preocupante porque sempre existe a possibilidade do policial se tornar alvo em razão da arma que porta (pistola calibre 40) e do colete balístico”, diz o co¬¬man¬dante-geral da PM do Paraná, coronel Luiz Rodrigo Larson Carstens. “Não podemos admitir a prática de atividade remunerada com material público por parte dos policiais”, enfatiza o secretário da Segu¬rança Pública, coronel Aramis Linha¬res Serpa. “Sempre que tomamos conhecimento e comprovamos estas condutas, agimos energicamente conforme determina o regulamento da PM e a própria legislação”, garante.

O projeto de lei que cria o Estatuto da Segurança Privada, em tramitação no Congresso Nacional, tornará crime a atividade irregular na segurança particular. As penas variam de 1 a 15 anos para quem atuar em desacordo com a futura lei, conforme a função exercida nesse serviço, acrescida de mais a metade caso o infrator seja policial, militar ou guarda municipal na ativa.



Fonte: Gazeta do Povo


( Fique de olho ao contratar serviços de segurança privada: Elder dos Anjos )

segunda-feira, 3 de maio de 2010

VIGILÂNCIA ELETRÔNICA, CUIDADOS AO CONTRATAR


10 DICAS IMPORTANTES QUE DEVEM SER OBSERVADAS ANTES DE CONTRATAR ESTE SERVIÇO:

1- PESQUISAR NO MERCADO:
Quais empresas oferecem este serviço, não aumente seus riscos, nunca permita uma visita de empresa que você não tenha referência ou não conheça.

2- TRANQUILIDADE É SEMPRE PRUDENTE ANTES DE ESCOLHER UMA EMPRESA PARA PRESTAR ESTES SERVIÇOS A VOCÊ.
Lembre-se a escolha errada ou precipitada da empresa prestadora do serviço pode lhe custar muito caro depois.

3- VERIFIQUE SE A EMPRESA POSSUI ALGUM REGISTRO EM ÓRGÃOS DE FISCALIZAÇÃO: CREA, INPI,ETC. PESQUISE PELA INTERNET QUAL SITUAÇÃÕ DA EMPRESA, SE EXISTE PROCESSOS CONTRA ELA,ETC
É sempre bom avaliar isto minuciosamente, tendo em vista o grau de confiança que vai ser depositado na empresa.

4- ORÇAMENTOS JUSTOS E SEGUROS SOMENTE SÃO POSSÍVEIS APÓS UMA AVALIAÇÃO PRÉVIA DO LOCAL A FIM DE DISCUTIR O TIPO DE EQUIPAMENTO NECESSÁRIO, QUANTIDADE DE MATERIAL A SER DISPENSADO, TIPO DE ACABAMENTO UTILIZADO E INFORMAÇÃO DO CLIENTE QUANTO A NECESSIDADE DE RESGUARDAR.
Tenha cuidado com avaliações onde é claro a desqualificação do proponente quanto a equipamentos ou serviços já executados no local, ou ainda muita atenção quando o proponente lha oferecer soluções pra tudo de imediato

5- PROCURE SE INFORMAR COMO É FEITO O SERVIÇO DE FISCALIZAÇÃO EM CASO DE DISPARO, SE HOUVER POLICIAIS LIGADOS E EMPRESA QUE AJUDAM NESTA TAREFA, SAIA DE CENA LOGO, POIS TRATA-SE DE SEGURANÇA CLANDESTINA, O QUE É ILEGAL.
Pior que não ter segurança é ter uma falsa sensação de segurança, contribuir com ilegalidade é crime e dá cadeia.

6- SONDE SE A EMPRESA POSSUI OS FUNCIONÁRIO QUE VÃO MONITORAR SEU AMBIENTE OS DEVIDOS REGISTROS TRABALHISTAS E SE EXISTE UMA ROTATIVIDADE DESTES PROFISSIONAIS.
Se houver indício de rotatividade já é um mau sinal e se os profissionais reclamam das condições insalubres aí já indica que a empresa não lhe oferece a segurança necessária de confiança, abra o olho.

7- CONHEÇA A SEDE DA EMPRESA, SUAS INSTALAÇÕES, PESSOAL DISTÂNCIA PARA SEU AMBIENTE, ETC.
Ligue para a empresa a noite, finais de semana e observe que tipo de tratamento vão lhe dispensar, observer quanto tempo leva da sede até seu ambiente.

8- VERIFIQUE A TECNOLOGIA DO EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO, PERGUNTE SOBRE POSSÍVEIS SITUAÇÕES, DE QUE FORMA É CONTROLADA O SIGILO DAS INFORMAÇÕES.

Equipamentos velhos e desgastados representam maior indícios de quebra e manutenção
9- CERTIFIQUE SE A PRONTA RESPOSTA PODE SER FEITA COMO LHE PROMETERAM.
Se a fiscalização transita armada é um mau negócio contratar estes serviços, pois é ilegal e o cliente pode responder por isso também.

10- AGENTES DE FISCALIZAÇÃO DE PRONTA RESPOSTAS NÃO SÃO POLICIAIS.
Por isso qualquer movimentação desses neste sentido desconfie e não contrate os serviços.


Adaptação: ELDER DOS ANJOS,
(Cultura de Segurança.blogspot)